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Suspeitos de integrar quadrilha do “Novo Cangaço” são baleados pela PM

Criminosos foram localizados após investigação sobre atentado contra agente penal e possuem histórico de crimes em todo o Brasil

atualizado

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Imagem colorida mostra policiais e socorristas retirando criminoso do "Novo Cangaço" de casa. Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra policiais e socorristas retirando criminoso do "Novo Cangaço" de casa. Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes Sociais

Dois criminosos foram baleados durante uma ação da Polícia Militar (PM) nesta quarta-feira (3/9) em Cotia, na região metropolitana de São Paulo. Os homens são suspeitos de envolvimento com o “Novo Cangaço”.

De acordo com o coronel Valmor Racorti, comandante do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da PM, as autoridades receberam informações segundo as quais criminosos estariam planejando a morte de um policial penal. Após uma análise do setor de inteligência — que contou com o uso de drones –, “os policiais entraram no local de forma furtiva”.

No entanto, um dos indivíduos já estava armado e começou a atirar. Os agentes revidaram e atingiram os dois homens, que foram socorridos com vida e encaminhados para o hospital. Não há informações sobre o estado de saúde dos homens.


Histórico de crimes

  • Os criminosos estão em um inquérito sigiloso da Polícia Federal (PF) e são responsáveis por dezenas de crimes em diversos estados do Brasil.
  • Entre os casos, está o sequestro de funcionários da Caixa Econômica Federal e arrombamento de caixas eletrônicos na Bahia, além de roubos com fuzil no Ceará e no Rio Grande do Norte.
  • Eles também respondem por casos latrocínio — roubo seguido de morte.
  • A suspeita é de que os criminosos façam parte do Novo Cangaço e foram contratados para o ataque contra o agente de segurança.
  • Um dos homens foi identificado como Joseilson Barbosa Camelo. Ele participou da tentativa de roubo de R$ 90 milhões, ocorrido na sede da empresa de valores Brinks, em 2018, e está envolvido em crimes violentos.

O que é o Novo Cangaço

Como mostrado pelo Metrópoles, integrantes do PCC organizam e executam grandes assaltos chamados de Novo Cangaço. Além de arrecadar dinheiro emergencialmente, essas ações também são uma forma de mostrar o poder de fogo da facção e impor medo.

Em março de 2016, por exemplo, a quadrilha queimou dois caminhões e trocou tiros em Campinas, interior de São Paulo, após roubar R$ 4,8 milhões da Protege.

Pouco mais de um ano depois, em Ciudad del Este, no Paraguai, o PCC levou US$ 40 milhões — R$ 194 milhões, na cotação de abril de 2017 — da Prosegur. Foram usados explosivos no que foi considerado o maior assalto da história paraguaia até então.

Em dezembro de 2020, a facção roubou R$ 130 milhões do Banco do Brasil em Criciúma (SC). Para isso, levantou barricadas com carros incendiados e fez reféns sentados em meio à rua, contra a reação da polícia.

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