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São Paulo

Suspeito é morto pela PM após sequestrar mulher em Cobasi na zona sul

O caso ocorreu na unidade da Avenida Giovanni Gronchi, no bairro Morumbi, nesta segunda-feira (10/3). Um dos criminosos está foragido

10/03/2025 21:22, atualizado 14/03/2025 09:28
Reprodução
Mulher sendo sequestrada no estacionamento da Cobasi - Metrópoles

São Paulo – Após sequestrar uma mulher no estacionamento de uma loja da Cobasi, um suspeito de 28 anos foi baleado pela Polícia Militar (PM) e morreu. O crime ocorreu na unidade da Avenida Giovanni Gronchi, no bairro Morumbi, zona sul de São Paulo, nesta segunda-feira (10/3).

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a vítima foi obrigada a transferir valores via Pix e por cartões bancários em uma máquina. No entanto, agentes da polícia localizaram o veículo dos criminosos na Rua Pierre Patel, no Jardim Ângela.

Ao sair do carro, um dos homens fez menção de sacar uma arma e a PM interveio. “Ele foi socorrido ao Hospital do M’Boi Mirim, mas não resistiu. A arma do suspeito era um simulacro. O segundo criminoso conseguiu fugir por uma viela”, informou a pasta.

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O caso registrado como roubo, morte decorrente de intervenção policial e legítima defesa pelo 47º Distrito Policial (Capão Redondo). O segundo envolvido está foragido.

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Sequestro na Cobasi

Nas imagens de uma das câmeras de segurança do estabelecimento, é possível ver que por volta de 12h17 a mulher chegou, sozinha, ao próprio carro com mercadorias. Abriu a porta do banco de passageiro para guardar os produtos.

Em seguida, ela foi para o lado do motorista. Dois homens, então, saíram do automóvel que estava estacionado ao lado, imobilizaram a vítima e a levaram à força. Depois da ação policial, a mulher foi libertada.

Veja:

Procurada, a Cobasi lamentou o ocorrido por meio de nota e disse que se solidariza com a vítima. “A empresa em colaboração com a polícia forneceu subsídios que possibilitaram a rápida atuação para resolução do caso. Trabalharemos para reforçar a segurança em nossas lojas, assim como seguiremos colaborando com a investigação da polícia”, destacou.