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São Paulo

SP: trabalhadores da saúde de Santas Casas e OS decretam estado de greve

A paralisação deve atingir organizações sociais (OS), Santas Casas, hospitais filantrópicos e unidades de saúde municipais

27/08/2026 19:26
Hugo Barreto / Metrópoles
Trabalhadores da saúde de SP decretam greve por igualdade de benefícios

Trabalhadores da Saúde de São Paulo decidiram entrar em greve após um impasse nas negociações coletivas anuais com a prefeitura. A categoria, que abrange auxiliares, técnicos de enfermagem e demais trabalhadores representados pelo Sinsaudesp, oficializou estado de greve na última segunda-feira (24/8) e marcou a paralisação total das atividades, junto de um ato público em frente à sede do órgão, para a próxima quinta-feira (3).

Segundo Agostinho Teixeira, do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de São Paulo (Sinsaudesp), o principal motivo para a decisão é a diferença no reajuste do vale-alimentação concedido a diferentes categorias da saúde. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) elevou para R$ 500 o benefício dos agentes comunitários de saúde, enquanto os demais profissionais, como auxiliares e técnicos de enfermagem, permanecem com vale de R$ 200.

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“Para esses agentes comunitários, que são uma categoria muito pequena, a Prefeitura, o prefeito Ricardo Nunes, deu um aumento grande no valor do vale-alimentação. Na hora de negociar com a nossa categoria, com o restante da área da saúde, o prefeito não quis negociar, nem recebeu os dirigentes aqui do sindicato, e não vai dar esse aumento equivalente”, afirmou Agostinho.

A paralisação deve atingir auxiliares, técnicos de enfermagem e demais trabalhadores representados pelo sindicato em organizações sociais (OS), Santas Casas, hospitais filantrópicos e unidades de saúde municipais.

O Metrópoles entrou em contato com a Prefeitura de São Paulo para obter mais informações sobre as negociações com os trabalhadores, mas até o momento de publicação desta matéria, não recebeu resposta. O espaço segue aberto para manifestações.

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