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Saúde

Covid-19: nova sublinhagem da Ômicron é identificada no Estado de SP

Mais uma mutação da Covid-19, a nova sublinhagem BN.1.3.1, da variante Ômicron, foi identificada no Estado de SP pelo Instituto Butantan

Gabriela Marçal13/01/2023 12:45
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Igo Estrela/Metrópoles.
Covid-19: nova sublinhagem da Ômicron é identificada no Estado de SP

São Paulo – A nova sublinhagem BN.1.3.1, da variante Ômicron, foi identificada no Estado de São Paulo. A mutação da Covid-19 foi encontrada em 36 pacientes da capital e do interior paulista.

O Centro para Vigilância Viral e Avaliação Sorológica (CeVIVAS), do Instituto Butantan, foi responsável por 26 sequenciamentos que confirmaram a sublinhagem. Esses testes apontaram 24 casos em São José do Rio Preto e um em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, e um na capital.

O Hemocentro de Ribeirão Preto constatou a BN.1.3.1 em quatro exames. Já o laboratório particular Dasa confirmou a sublinhagem da variante da Ômicron em seis amostras.

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Em relação à virulência da cepa, os dados são limitados, mas sugerem que ela pode ser menos severa que a Delta, por exemplo. Contudo, ainda que menos grave, o fato de a variante se espalhar mais rápido tem sobrecarregado os sistemas de saúde
Por isso, saber identificar os principais sintomas da doença é necessário para assegurar sua saúde e de quem você ama
<strong>Febre, dor constante na cabeça e garganta, calafrios, tosse, dificuldade para respirar e elevação na frequência cardíaca</strong> em crianças são alguns dos sintomas identificados por pesquisadores em pessoas infectadas pela Ômicron
Além desses sintomas, é importante desconfiar da infecção por Covid-19 se apresentar <strong>fadiga</strong> -- apontado em estudos como um sinal precoce da infecção pela variante Ômicron e que tem sido confundido com outras condições
<strong>Dores musculares</strong> por todo o corpo também é comum. É um sinal de que o organismo está tentando combater o vírus
Com cerca de 50 mutações e presente em mais de 140 países, a Ômicron é considerada a variante mais infecciosa e tem sido a responsável pela terceira onda da Covid no mundo
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Com cerca de 50 mutações e presente em mais de 140 países, a Ômicron é considerada a variante mais infecciosa e tem sido a responsável pela terceira onda da Covid no mundo

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Em relação à virulência da cepa, os dados são limitados, mas sugerem que ela pode ser menos severa que a Delta, por exemplo. Contudo, ainda que menos grave, o fato de a variante se espalhar mais rápido tem sobrecarregado os sistemas de saúde
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Em relação à virulência da cepa, os dados são limitados, mas sugerem que ela pode ser menos severa que a Delta, por exemplo. Contudo, ainda que menos grave, o fato de a variante se espalhar mais rápido tem sobrecarregado os sistemas de saúde

Andriy Onufriyenko/ Getty Images
Por isso, saber identificar os principais sintomas da doença é necessário para assegurar sua saúde e de quem você ama
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Pixabay
<strong>Febre, dor constante na cabeça e garganta, calafrios, tosse, dificuldade para respirar e elevação na frequência cardíaca</strong> em crianças são alguns dos sintomas identificados por pesquisadores em pessoas infectadas pela Ômicron
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Febre, dor constante na cabeça e garganta, calafrios, tosse, dificuldade para respirar e elevação na frequência cardíaca em crianças são alguns dos sintomas identificados por pesquisadores em pessoas infectadas pela Ômicron

Além desses sintomas, é importante desconfiar da infecção por Covid-19 se apresentar <strong>fadiga</strong> -- apontado em estudos como um sinal precoce da infecção pela variante Ômicron e que tem sido confundido com outras condições
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Além desses sintomas, é importante desconfiar da infecção por Covid-19 se apresentar fadiga -- apontado em estudos como um sinal precoce da infecção pela variante Ômicron e que tem sido confundido com outras condições

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<strong>Dores musculares</strong> por todo o corpo também é comum. É um sinal de que o organismo está tentando combater o vírus
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Dores musculares por todo o corpo também é comum. É um sinal de que o organismo está tentando combater o vírus

Paul Bradbury/Getty Images
<strong>Perda do apetite</strong> pode aparecer. Estudos apontam que este é um sintoma recorrente entre os pacientes infectados pelas variantes Delta e Ômicron
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Perda do apetite pode aparecer. Estudos apontam que este é um sintoma recorrente entre os pacientes infectados pelas variantes Delta e Ômicron

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<strong>Dor abdominal, diarreia, náusea ou vômito</strong> são outros sintomas que podem surgir.
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Dor abdominal, diarreia, náusea ou vômito são outros sintomas que podem surgir.

boonchai wedmakawand/ Getty Images

Origem

Essa alteração da Ômicron foi detectada pela primeira vez em setembro de 2022 em Portugal. Uma das sublinhagens da variante BA.5, a BN.1.3.1 é uma mutação de uma proteína não-estrutural 5 (NSP5), que é importante para a replicação do RNA viral.

Atualmente, 1.050 pacientes foram diagnosticados com essa mutação da Covid-19 no mundo. A maioria dos casos ocorreu na Dinamarca, onde foram registradas 634 amostras. No Brasil, a sublinhagem foi identificada entre 9/11 a 7/12/22.