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São Paulo

Sarampo: 39 postos de saúde em SP estão sem vacina nesta quinta-feira

De acordo com a plataforma De Olho na Fila, às 16h desta quinta-feira (6/8), 39 unidades de saúde não tinham imunizantes disponíveis

06/08/2026 17:44, atualizado 06/08/2026 18:04
Natalya Maisheva/Getty Images
Foto colorida que mostra pele com sintomas de sarampo - Metrópoles.

Após reforçar a campanha de vacinação contra o sarampo diante do aumento de casos da doença, a Prefeitura de São Paulo ainda registra falta do imunizante em parte da rede pública de saúde. Por volta das 16h desta quinta-feira (6/8), 39 unidades básicas de saúde (UBS) apareciam sem doses disponíveis de acordo com a plataforma De Olho na Fila.

A zona sul concentra o maior número de postos desabastecidos, com 21 unidades sem a vacina. Em seguida aparecem a zona norte, com 10 postos, e a zona leste, com sete. A região central apresenta uma unidade sem o imunizante, enquanto a zona oeste não registrava falta de doses no mesmo horário.

O site De Olho na Fila informa quais vacinas estão disponíveis em cada unidade e mostra o movimento dos postos. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, os dados são atualizados em tempo real para orientar a população antes do deslocamento até as UBSs.

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Aumento de casos da doença

  • Segundo informação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, ao todo, o estado registrou 16 casos de Sarampo.
  • Dentre os casos, 13 deles foram registrado na capital paulista, dois na cidade de São Bernardo e um em Guarulhos, Região Metropolitana de São Paulo.
  • O governo paulista iniciou uma campanha especial de vacinação contra a doença, para evitar o avanço de casos.
  • A campanha oferece a vacina contra o sarampo para pessoas de 6 meses a 59 anos nos locais com registros da doença.
  • Já nas outras cidades, a vacinação é oferecida a crianças e adolescentes menores de 15 anos, buscando atualizar a Caderneta de Vacinação.
  • A vacina tríplice viral protege contra o sarampo, caxumba e rubéola. Para crianças de 6 a 11 meses e 29 dias, a aplicação é considerada “dose zero” e não substitui as doses previstas aos 12 e 15 meses.

Dados da Secretaria da Saúde apontam que São Paulo atingiu 77,5% de cobertura na primeira dose e 65,5% na segunda. Os índices ainda estão abaixo da meta de 95% estipulada pelo Ministério da Saúde para cada uma das etapas.

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