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São Paulo

Salário mínimo em SP sobe 10% e pode ser trunfo de Tarcísio em 2026

Com aprovação de aumento para R$ 1,8 mil no piso salarial em SP, nessa terça (13/5), Tarcísio de Freitas chama atenção do campo político

13/05/2025 22:10, atualizado 13/05/2025 22:21
Reprodução
Pablo Marçal Tarcísio de Freitas

São Paulo – Os deputados da Assembleia Legislativa paulista (Alesp) aprovaram, por unanimidade, um aumento no piso salarial no estado para R$ 1.804,00, nesta terça-feira (13/5). O reajuste representa um acréscimo de 10% – do percentual, 4,7% correspondem à inflação de 2024 e os outros 5,3% são um aumento real — nos salários.

O aumento, acima da inflação, tem também um peso político. O repórter Gustavo Zucchi mostrou, no Metrópoles, que o reajuste reverberou em Brasília. Há quem aposte que a medida seria um trunfo para Tarcísio de Freitas (Republicanos) disputar o Palácio do Planalto.

No entanto, Tarcísio tem dito a aliados que pretende disputar a reeleição ao governo paulista, em 2026. As sondagens eleitorais para o próximo ano mostram que o governador venceria com folga a disputa estadual no próximo ano.

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A votação do aumento do piso salarial ocorreu no mesmo dia em que os servidores públicos estaduais receberam um reajuste salarial de 5% e que os subsídios do governador, do vice-governador e dos secretários estaduais também foram acrescidos no mesmo percentual.

Os funcionários públicos estaduais que, com o reajuste de 5%, não alcançarem o novo piso, irão receber um abono para o vencimento chegar em R$ 1,8 mil. O abono, porém, não será contabilizado para benefícios previdenciários e para a progressão da carreira.

Segundo o deputado Luiz Claudio Marcolino (PT), a maioria das categorias não será contemplada no aumento do salário mínimo, porque uma cláusula na lei afirma que o piso salarial é inválido para as categorias que têm convenção coletiva.

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O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, e o deputado Alex Madureira, ambos do PL, durante votação de aumento de salário
Os deputados Alex Madureira, Thiago Auricchio e André do Prado, do PL.
O deputado estadual Reis (PT) criticou o reajuste para agentes de segurança de São Paulo
Os deputados Alex Madureira (PL), Ricardo França (Podemos), e os petistas Luiz Claudio Marcolino, Antonio Donato e Thainara Faria.
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Os deputados Alex Madureira (PL), Ricardo França (Podemos), e os petistas Luiz Claudio Marcolino, Antonio Donato e Thainara Faria.

Rodrogo Romeo/Alesp/Divulgação
O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, e o deputado Alex Madureira, ambos do PL, durante votação de aumento de salário
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O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, e o deputado Alex Madureira, ambos do PL, durante votação de aumento de salário

Os deputados Alex Madureira, Thiago Auricchio e André do Prado, do PL.
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Os deputados Alex Madureira, Thiago Auricchio e André do Prado, do PL.

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O deputado estadual Reis (PT) criticou o reajuste para agentes de segurança de São Paulo
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O deputado estadual Reis (PT) criticou o reajuste para agentes de segurança de São Paulo

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