
Quem é Eduarda Campopiano, deputada estadual mais votada de São Paulo
Apadrinhada por Lucas Pavanato (PL-SP), Campopiano recebeu mais de 1.8 milhão de votos, com 94,88% das urnas apuradas
04/10/2026 20:42, atualizado 04/10/2026 20:51

A candidata Eduarda Campopiano (PL) foi eleita a deputada estadual mais votada para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) nestas eleições. Apadrinhada pelo vereador e agora deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL), Campopiano registrava 1.851.549 votos, com 94,88% das urnas apuradas.
Natural de Campinas (SP), Campopiano tem 23 anos e foi eleita vereadora de Praia Grande, litoral paulista, nas eleições municipais de 2024, tendo recebido 3.583 votos.
Entre 2025 e 2026, foi autora de 20 projetos de lei no município, entre os quais, um que dispõe sobre a criação de um programa de prevenção à violência doméstica contra crianças e adolescentes e outro que proíbe a nomeação ou contratação, para determinados cargos e empregos públicos, de pessoas condenadas por crime sexual também contra crianças e adolescentes.
Em seu perfil oficial no Instagram, a agora deputada estadual eleita se descreve como “a maior inimiga das feministas de São Paulo”.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPNas redes sociais, em que acumula mais de 2 milhões de seguidores, Campopiano já gravou conteúdos em que se diz contra o uso do termo “feminicídio”, afirmando que “um homem não mata uma mulher por ela ser mulher. Se esse fosse o caso, o mesmo homem que mata a companheira também tentaria matar a própria mãe, que também é mulher, por exemplo [SIC]”.

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Ver todasTambém já criticou o Projeto de Lei (PL) da Misoginia, que propõe alterar a Lei do Racismo (Lei nº 7.716/1989) e o Código Penal para criminalizar o ódio ou a aversão às mulheres. Segundo ela, se aprovada, a proposta “vai criminalizar sentimentos, piadas e crenças e, aos poucos, o feminismo criminaliza o homem e endeusa a mulher”.
Conservadora e cristã, Eduarda Campopiano já declarou publicamente ser contra o aborto e a favor da redução da maioridade penal. Também já afirmou que é contrária à política de cotas em concursos públicos e universidades.













