Quadrilha que aterrorizava condomínios com roubos milionários é presa

Segundo a polícia, até o momento 15 suspeitos membros da quadrilha foram presos e outros dois ainda não foram identificados

atualizado

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jovem suspeita se entrega policia arrastao milionario
1 de 1 jovem suspeita se entrega policia arrastao milionario - Foto: Reprodução

A quadrilha responsável pelo arrastão em um condomínio residencial de luxo e roubos de joias em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, planejava realizar pelo menos outros 15 roubos no município antes de ser presa. A polícia prendeu 15 suspeitos e outros dois seguem sem ser identificados.

A informação foi divulgada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) nesta quarta-feira (26/11) em uma coletiva de imprensa. Na entrevista, os agentes apresentaram as conclusões a respeito dos inquéritos que investigaram os dois crimes praticados em uma casa no bairro Ribeirânia, em maio deste ano, e em um prédio de alta padrão em um imóvel na Rua Campos Salles.

“Esse trabalho efetivo da polícia nos dois primeiros evitou que mais 13 condomínios fossem assacados”, afirmou o promotor Paulo José Freire Teotônio.

As investigações apontaram que os assaltos causaram prejuízos estimados de R$ 10 milhões. Os inquéritos que investigam os casos foram concluídos e apontaram o envolvimento de dezenas de suspeitos, entre eles réus na Justiça pelo arrastão no prédio de luxo.

Jovem suspeita de arrastão em prédio se entregou

A jovem de 21 anos Julia Moretti se entregou nessa segunda-feira (24/11), em Araçatuba, interior de São Paulo, após um mandado de prisão temporária expedido contra ela.

Ela é suspeita de participar do crime que ocorreu em 24 de setembro em um imóvel na Rua Campos Salles. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), cerca de dez pessoas participaram do arrastão e seis imóveis foram violados.

Segundo as investigações, Júlia seria a pessoa que aparece no elevador junto a um homem que utilizava uma peruca para se disfarçar. A quadrilha teria alugado um dos apartamentos do condomínio semanas antes do crime para planejar a execução.

A Polícia Civil revelou também que o grupo era dividido em núcleos: financeiro, logístico e operacional. A ação criminosa contou com cerca de dez indivíduos armados, que se dividiram para analisar movimentações bancárias das vítimas, alugar um imóvel com documentação falsa e fazer os moradores reféns.

Até o momento, outras seis pessoas foram presas e diversos objetos foram apreendidos, como telefones celulares, notebooks, bolsas, documentos, dinheiro em espécie, relógios, joias, malas, além dos carros utilizados no crime e armas de fogo.

Ainda de acordo com a SSP, outras 14 pessoas já foram presas por meio de mandados de prisão temporária cumpridos em Ribeirão Preto, Itapecerica da Serra, na região metropolitana, e na capital paulista. As autoridades também apreenderam itens como celulares, notebooks, bolsas, documentos, dinheiro em espécie, relógios, joias, malas e armas de fogo. Três veículos foram utilizados no arrastão, um foi apreendido e os outros dois encontrados carbonizados.

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