
PT pede que PMs mantenham câmeras corporais ligadas durante ato na Paulista
Pedido da campanha de Lula pede que as câmeras tenham funcionamento contínuo e que agentes estejam identificados durante manifestação

São Paulo — A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu à Polícia Militar de São Paulo (PM) que mantenha as câmeras corporais dos agentes permanecem em funcionamento durante toda a caminhada do presidente marcada para a tarde deste sábado (24/10) na Avenida Paulista, região central de São Paulo.
O coordenador de campanha de Lula em São Paulo, o advogado Marco Aurélio Carvalho, afirmou neste sábado que um ofício foi enviado à PM nessa sexta-feira (23/10).
“Pedimos para que a polícia, e isso é importante para vocês que estão nos acompanhando, utilizem as câmeras corporais, que a Polícia de São Paulo utiliza, infelizmente, vez ou outra de forma seletiva, durante todo o andamento do evento. É fundamental que as câmeras permaneçam ligadas”, afirmou o advogado. “Esse foi o primeiro pedido que nós fizemos. E o segundo, para que os membros da tropa estejam devidamente identificados. Infelizmente, nós vimos episódios de truculência por parte, enfim, de algumas pessoas que ali estavam [no último ato], por parte de alguns policiais, e nós não tivemos nem condição de identificar para poder denunciar”.

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Ver todasA campanha ainda não recebeu um retorno sobre a solicitação. A primeira comunicação sobre a realização da caminhada foi feita no dia 9 de outubro e, desde então, a campanha mantém contato om as autoridades sobre as medidas de segurança para o ato.
Procurada pelo Metrópoles, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) ainda não se manifestou. O espaço segue aberto.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPNeste sábado, a Avenida Paulista será palco do último ato de campanha de Lula. O presidente e candidato à reeleição deve circular em um carro por um trajeto de quase dois quilômetros, entre o Masp e a Praça do Ciclista.
Estarão presentes o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), também candidato à reeleição; os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB) e Márcio França (PSB); parlamentares eleitos para os legislativos estadual e federal; apoiadores, influenciadores e outras lideranças políticas.




















