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Professora é demitida por luxar braço de criança em creche no litoral

Menino de 3 anos teve braço deslocado pela professora de uma creche do Guarujá, no litoral de SP. Caso foi registrado na delegacia da cidade

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1 de 1 Design sem nome – 2025-06-04T115127.068 - Foto: Arquivo pessoal

Uma criança de três anos teve o osso do braço deslocado por uma professora de uma creche municipal em Guarujá, no litoral de São Paulo. A funcionária não integra mais o corpo docente da unidade, de acordo com a Prefeitura da cidade.

Imagens das câmeras de segurança do Núcleo de Educação Infantil Conveniado (Neic) Espírita Cristã Maria de Nazaré registraram o ocorrido e foram analisadas pela Polícia Civil, que registrou o caso na Delegacia sede de Guarujá, por orientação do Conselho Tutelar.

Segundo a polícia, a criança teve o braço puxado pela professora, ocasionando a luxação. O menino chegou em casa com o braço machucado em 28 de maio, e a família o levou a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, que confirmou o ferimento a partir de exames.

A avó do menino, Janilma da Silva, encaminhou ao Metrópoles imagens que mostram a lesão. Veja:

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3 imagens
Professora puxou a mão do aluno em creche do Guarujá
O caso foi registrado na Delegacia sede de Guarujá
Criança luxou o braço esquerdo na região da mão
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Criança luxou o braço esquerdo na região da mão

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Professora puxou a mão do aluno em creche do Guarujá
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Professora puxou a mão do aluno em creche do Guarujá

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O caso foi registrado na Delegacia sede de Guarujá
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O caso foi registrado na Delegacia sede de Guarujá

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O que diz a Prefeitura de Guarujá

  • De acordo com a administração municipal, a apuração do incidente está sendo conduzida “de forma criteriosa” pela Secretaria Municipal de Educação (Seduc), “seguindo todos os protocolos estabelecidos para garantir a transparência e a justa responsabilização dos envolvidos”.
  • A Prefeitura informa ainda que foram adotadas as providências imediatas para proteger os direitos do aluno e garantir a segurança de todos os envolvidos.
  • No que diz respeito à contratação de funcionários, a Seduc esclarece que tal responsabilidade cabe à entidade mantenedora da unidade, que é conveniada ao município.
  • Para evitar novos incidentes semelhantes, a Prefeitura afirma que a Seduc está exigindo que a entidade mantenedora realize um processo de contratação mais criterioso, “com foco em um treinamento contínuo e eficiente dos profissionais”.
  • Além disso, a pasta exige maior fiscalização sobre a checagem das imagens das câmeras de segurança, “para garantir uma atuação preventiva e remediativa imediata sempre que necessário”, de acordo com a nota.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que foram expedidas guias de exame de corpo de delito.

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