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São Paulo

Polícia prende suspeito de quebrar vidros de carros para furtar celulares

Outro homem apontado como vendedor de aparelhos sem origem comprovada também foi levado à delegacia no centro de SP

19/01/2023 16:58, atualizado 19/01/2023 17:11
Polícia prende suspeito de quebrar vidros de carros para furtar celulares
Polícia prende suspeito de quebrar vidros de carros para furtar celulares

São Paulo – A polícia prendeu nesta quinta-feira (19/1) um homem suspeito de quebrar vidros de carros para roubar ou furtar celulares de dentro dos veículos. As ações criminosas e a prisão ocorreram na região central da capital paulista, onde outro suspeito também foi preso, comercializando celulares sem origem comprovada.

Segundo a 1ª Delegacia Seccional do centro, Bruno Thayllon Souza Cardoso foi preso sob a suspeita de quebrar o vidro de um Honda-Fit, pegando em seguida um celular que estava dentro do carro. Ele foi detido nas imediações do Largo do Glicério.

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A polícia ainda atribui ao suspeito outro furto, ocorrido por volta das 7h40 ainda desta quinta, na região da Liberdade.

Registros do 1º DP (Sé) indicam que o vidro da porta dianteira do passageiro, de um HB20, foi quebrado, com o auxílio de um ímã, no momento em que a vítima havia parado o carro em um semáforo. Em seguida, o suspeito pegou o celular, que estava acoplado em um suporte do painel, e fugiu a pé.

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Ele foi reconhecido na delegacia, quando foi preso após o outro crime, perto do Largo do Glicério. A defesa dele não havia sido localizada até a publicação desta reportagem.

Venda clandestina

Ainda na região do bairro da Liberdade, por volta das 11h, policiais flagraram Paulo Jorge da Silva, de 52 anos, vendendo 20 celulares sem origem comprovada, na esquina das Ruas Glicério e Prefeito Bastos.

Já na delegacia, foi constatado que ao menos um dos aparelhos havia sido furtado.

O suspeito, de acordo com a polícia, indicou que em sua casa estavam guardados mais oito aparelhos, que também foram apreendidos. Um deles, acrescentou a polícia, também constava como furtado.

Os 26 celulares sem origem comprovada foram encaminhados ao Instituto de Criminalística para que sejam periciados.

O suspeito foi liberado, após pagar fiança equivalente a um salário mínimo.