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São Paulo

Polícia diz que colaborador da Bombril atacou colegas em dia de folga

Claudio Henrique da Silva matou três colegas de trabalho esfaqueados na Bombril, em São Bernardo do Campo, e depois tirou a própria vida

01/08/2026 12:21, atualizado 01/08/2026 12:27
Imagem cedida ao Metrópoles/TV São Bernardo
Fábrica da Bombril em São Bernardo do Campo - Metrópoles

Claudio Henrique da Silva, de 33 anos, o funcionário terceirizado que, neste sábado (1/8), matou três colegas dentro da fábrica da Bombril, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, estava de folga, e, segundo a polícia, foi à empresa apenas para cometer o crime.

De acordo com a polícia, Cláudio entrou na fábrica com uma faca e atacou dois colegas. As informações preliminares indicam que as duas vítimas faziam bullying com o suspeito, mas a motivação do crime ainda está sendo esclarecida. Ainda de acordo com a investigação, um terceiro colaborador teria sido morto pelo suspeito após tentar evitar o crime.

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Inicialmente, a Bombril afirmou em nota que o colaborador estava em surto. Além disso, a empresa reforçou que os envolvidos são terceirizados contratados pela TPC, companhia especializada em operações e logísticas, e que prestavam serviços. Por fim, a Bombril afirmou que segue acompanhando os passos da terceirizada e prestando esclarecimentos às autoridades.

Em nota enviada ao Metrópoles, a TPC assumiu toda a responsabilidade pelo o ocorrido e prestou solidariedade aos familiares das vítimas. Além disso, afirmou que iniciou a apuração das circunstâncias do ocorrido e está colaborando com as autoridades competentes para o esclarecimento dos fatos

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O suspeito foi localizado ainda na cena do crime e foi levado pela Polícia Militar ao 2° Distrito Policial de São Bernardo do Campo. Na unidade policial, ele acabou tirando a própria vida, posteriormente.

Apesar da versão policial indicar que Claudio estava de folga, familiares dele afirmaram ao Metrópoles que o homem contou que iria trabalhar hoje. Claudio prestava serviços para a Bombril a cerca de dois anos.

Além disso, os familiares contaram que o suspeito era tímido e não costumava interagir muito com os pais, mas que tinha comentado que era vítima de bullying no trabalho.