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São Paulo

Polícia acha mais de 10 toneladas de carnes e queijos vencidos em loja

Maioria dos produtos constava como vencida e o resto aparentava estar com data de validade adulterada. Responsável pelo local foi preso

14/02/2025 18:40, atualizado 14/02/2025 19:11
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Divulgação/Polícia Civil
Imagem colorida mostra peças de carne que estavam vencidas em mercado de Americana - Metrópoles

São Paulo — Mais de dez toneladas de carnes e queijos vencidos foram apreendidos nessa quinta-feira (13/2) pela Polícia Civil em um estabelecimento comercial localizado no bairro Jardim Progresso, em Americana, no interior de São Paulo.

O responsável pelo mercado foi preso em flagrante.

Polícia acha mais de 10 toneladas de carnes e queijos vencidos em loja - destaque galeria
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Carne estava em sacos plásticos sem armazenamento adequado e com forte odor
Policiais encontraram 10 toneladas de comida vencida em mercado de Americana
A maioria dos alimentos constava como vencida
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A maioria dos alimentos constava como vencida

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Carne estava em sacos plásticos sem armazenamento adequado e com forte odor
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Carne estava em sacos plásticos sem armazenamento adequado e com forte odor

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Policiais encontraram 10 toneladas de comida vencida em mercado de Americana
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Policiais encontraram 10 toneladas de comida vencida em mercado de Americana

Divulgação/Polícia Civil

Equipes da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) foram ao endereço verificar uma denúncia de tráfico de drogas. Os policiais esperaram até o comércio ficar vazio para realizar a vistoria.

Quando estava apenas um funcionário, os investigadores entraram e solicitaram a abertura das câmeras frias para a verificação, onde foram encontradas diversas carnes e queijos dentro de embalagens em sacos plásticos sem armazenamento adequado e com forte odor.

A maioria dos alimentos constava como vencida. Os demais aparentavam estar com as datas de validade alteradas na embalagem.

O dono do comércio, de 52 anos, foi acionado para comparecer no local. Equipes de perícias técnicas também estiveram presentes, bem como a Vigilância Sanitária, que fechou o estabelecimento.

O comerciante foi encaminhado à Dise de Americana, onde permaneceu preso em flagrante e à disposição da Justiça.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o caso foi registrado como crime contra as relações de consumo e falsificação, corrupção e adulteração de produto.

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