PM manifesta luto pela morte de Aruck, cão policial do ano em 2017

Cachorro se aposentou da PM em 2021, mesmo ano em que foi diagnosticado com câncer; ele não resistiu a uma parada cardíaca

atualizado

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Divulgação/Polícia Militar SP
Em foto preto e branca cão policial com a língua de fora e orelhas para cima em alerta
1 de 1 Em foto preto e branca cão policial com a língua de fora e orelhas para cima em alerta - Foto: Divulgação/Polícia Militar SP

São Paulo – O Canil da Polícia Militar afirmou estar em luto pela morte de Aruck (foto em destaque), cão policial aposentado desde 2021, que morreu nessa quinta-feira (19/10) em decorrência de uma parada cardíaca. O cão foi diagnosticado com câncer no mesmo ano em que foi afastado dos trabalhos policiais.

Em 2017, Aruck foi agraciado com o título de cão policial do ano pelo desempenho realizado em ocorrências.

“O 5º BPChq – CANIL está em luto por perder um amigo tão fiel e dedicado a causa publica”, afirma trecho de nota de pesar da PM, publicada nesta sexta-feira (20/10).

Assim como os seres humanos, os cães também contam com um período máximo de tempo para prestar serviços e ganhar o direito a uma aposentadoria, mais do que merecida.

Até o ano passado, os cães trabalhavam na Polícia Militar por oito anos. Caso o animal ficasse doente ou apresentasse alguma mudança comportamental, a aposentadoria era antecipada.

Neste ano, o tempo de serviço aumentou para dez anos. Desde então, a partir dos seis anos, os cachorros passam por uma verificação mais completa, para verificar se continuam aptos a trabalhar. Isso pode durar até uma década, ou não. Vai depender da condição de cada cachorro.

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O cão policial Ghost, da nova geração de pastores-belgas-malinois, nascido de pais trazidos da Europa
Ghost posa ao lado do parceiro, o soldado Diego Albuquerque
Ghost ganha um beijo de seu amigo de trabalho, o soldado Diego Albuquerque
A filhote Illy, de dois meses, explora ambiente enquanto é monitorada por policial
A filhote Illy procura comida enquanto desenvolve suas aptidões no canil da PM
Foto do pastor Tank em mural que destaque trabalho de cães da PM
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Foto do pastor Tank em mural que destaque trabalho de cães da PM

O cão policial Ghost, da nova geração de pastores-belgas-malinois, nascido de pais trazidos da Europa
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Ghost posa ao lado do parceiro, o soldado Diego Albuquerque
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Ghost posa ao lado do parceiro, o soldado Diego Albuquerque

Ghost ganha um beijo de seu amigo de trabalho, o soldado Diego Albuquerque
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A filhote Illy, de dois meses, explora ambiente enquanto é monitorada por policial
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A filhote Illy procura comida enquanto desenvolve suas aptidões no canil da PM
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O pastor Tank, recordista na apreensão de drogas, aguarda para trabalhar dentro de viatura
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O pastor Tank, recordista na apreensão de drogas, aguarda para trabalhar dentro de viatura

 

 

Assim que se aposentam, os cães podem ser adotados. A prioridade de escolha é dada ao policial que por mais tempo trabalhou com o cachorro. Caso ele não possa, algum PM da unidade ganha o direito. Se isso não ocorrer, o que é raro, o animal fica à disposição de qualquer policial militar. Em último caso, há ainda a possibilidade de o cão ir para a casa de alguém que não seja ligado à corporação.

Somente cães com comportamento agressivo, que demandam acompanhamento especializado, acabam em alguns casos fechando seus ciclos de vida no canil, onde são alimentados e recebem toda a atenção e cuidados.

Missões

Os cães são considerados como policiais pelos PMs humanos. Eles auxiliam, principalmente, na localização de drogas, o carro-chefe dos treinamentos do canil.

Somente em 2022, os cachorros auxiliaram o 5º Batalhão a encontrar 4,5 toneladas de drogas e a prender 89 pessoas, além de fazer varreduras de 197 explosivos.

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