Homem morre após quebrar carro de cunhado PM e ameaçá-lo de morte
Família de homem morto diz que ele estava sob efeito de álcool e drogas e não aceitava relação da irmã com um policial militar

Um homem, de 36 anos, foi baleado e morto após ameaçar e quebrar o carro do cunhado, que é policial militar (PM), na noite dessa quinta-feira (27/8), no bairro Cidade Dutra, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.
Segundo a Polícia Civil, Leandro Dantas de Barros (foto em destaque) não aceitava o relacionamento da irmã, também estaria sob efeito de álcool e drogas quando iniciou confusão. Ele não resistiu ao ferimento causado pelo disparo e morreu.
Na delegacia, os familiares de Barros afirmaram que as ameaças ocorriam há meses, e causadas pelo fato de ele não aceitar que a irmã se relacionasse com um policial.

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Ver todasO PM, que estava de folga, mantém um namoro com a irmã de Barros há seis meses.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPEm depoimento, realizado no 4° Distrito Policial de Guarulhos, o policial diz que foi ameaçado de morte. Na ocasião, Barros exigia saída imediata sob afirmação de que ia assassinar o militar, caso não atendesse o pedido.
A versão do policial também revela que o cunhado estaria com uma marreta pequena e teria quebrado vidros do veículo particular do dele.
Ainda conforme a declaração do PM e de familiares do morto, o militar pediu repetidas vezes para que Barros parasse, o que não foi atendido.
A Polícia Civil vai investigar o caso para compreender toda a dinâmica do crime. Barros deixa esposa e quatro filhos menores de idade.
O que diz a SSP
Em nota enviada ao Metrópoles, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirma que Polícia Civil investiga o caso como um homicídio, ocorrido na noite de quinta-feira (27/), no Jardim Ottawa, em Guarulhos. Segundo o boletim de ocorrência, um homem estava alterado e teria usado um machado para ameaçar pessoas e danificar o veículo de um policial militar, de folga. Após uma discussão com a irmã, o autor voltou a ameaçar o agente e não obedeceu às ordens de parada, sendo atingido por um disparo no abdômen. O óbito foi constatado no local. O machado e a arma do policial foram apreendidos, e a perícia foi acionada. O caso foi registrado como homicídio e legítima defesa.



