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São Paulo

PM assina contrato para compra de 12 mil câmeras corporais em SP

Câmeras corporais não vão gravar de forma ininterrupta. Policial Militar vai escolher em qual ocorrência acionar a tecnologia e gravar sua

18/09/2024 21:02, atualizado 18/09/2024 22:42
Reprodução- Governo de SP
Policiais Militares com câmeras corporais - Metrópoles

São Paulo — O governo de São Paulo assinou nesta quarta-feira (18/9) um contrato de compra de 12 mil câmeras corporais para policiais militares do estado. Os aparelhos são da empresa Motorola Solutions Ltda., que venceu a licitação.

Contudo, as câmeras não gravam de forma ininterrupta. O policial vai escolher em qual ocorrência acionar a tecnologia e gravar sua ação. Na homologação do contrato, a PM disse que a empresa afirmou que o botão de exclusão é um “filtro seletivo e não de uma função de exclusão”.

O cronograma de implantação do uso de câmeras pelos agentes começa já em outubro com 2.500 aparelhos. A cada três meses, serão implantadas mais 2.500 câmeras até outubro do ano que vem.

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O contrato de compras nesta quarta foi formalizado depois que outras empresas relataram problemas em testes técnicos e alegaram que o processo de licitação foi direcionado para favorecer a Motorola. Elas acusaram que a empresa vencedora foi beneficiada e que o equipamento oferecido possuía um botão de “excluir”, apesar de o edital proibir a exclusão manual de arquivos.

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Durante a homologação, a Polícia Militar explicou que a empresa justificou que o botão mencionado funciona como um “filtro seletivo” e não como uma ferramenta de exclusão direta.

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