PCC: polícia prende suspeito de emboscada que matou rivais de Marcola

Rogério Jeremias de Simone é acusado de ter matado o Gegê do Mangue e o Paca, integrantes da cúpula do PCC. Ele era procurado desde 2018

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida de homem preso. Metrópoles - Foto: Reprodução

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta segunda-feira (9/6), Renato Oliveira Mota, acusado de ter matado Rogério Jeremias de Simone, o “Gegê do Mangue”, e Fabiano Alves de Souza, conhecido como “Paca”, apontados como integrantes da cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC). O suspeito foi preso pelo 10° DP, na zona leste de São Paulo.

Segundo o boletim de ocorrência obtido pelo Metrópoles, agentes ficaram de campana em um condomínio localizado na Rua Henrique Cazela, após apurações preliminares indicarem o endereço como a moradia de Renato.

Em um determinado momento, os policiais foram até a portaria do local e pediram para o síndico convocasse Renato. Após a ligação, a esposa do suspeito desceu e levou os agentes até o apartamento do casal. Na moradia, Renato foi localizado na cozinha e preso.

O suspeito foi encaminhado ao 10° Distrito Policial (Penha), onde o mandado de prisão, expedido pela Justiça do Ceará, foi cumprido.

Renato Oliveira Mota estava na lista vermelha de procurados cm acusações de assassinato e de fazer parte de uma organização criminosa.


Morte de Gegê do Mangue e Paca

  • Antigos homens de confiança de Marcola, apontado como líder do PCC, Paca e Gegê eram da Sintonia Geral Final, a mais alta cúpula da facção, passavam férias no Ceará e seriam levados de helicóptero para a Bolívia, onde ficariam escondidos. A aeronave emprestada para a missão era de Wagner Ferreira da Silva, o Cabelo Duro.
  • Minutos após a decolagem, o helicóptero pousou em uma clareira aberta dentro de uma reserva indígena em Aquiraz, na Grande Fortaleza. Lá, Gegê e Paca foram mortos a tiros.
  • A execução dos dois ocorreu em 15 de fevereiro de 2018.
  • Gegê e Paca estariam roubando caixa da facção quando foram mortos. Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), o assassinato dos dois teria passado pelo aval de Marcola.
  • A justificativa da morte dos dois não teria sido suficiente e líderes e integrantes do PCC cobravam vingança pelo ocorrido. Cabelo Duro foi assassinado a tiros de fuzil uma semana depois, na frente de um hotel no Jardim Anália Franco, na zona leste de São Paulo.

 

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