“Pauta hoje é anistia”, diz Mello Araújo sobre ato contra feminicídio

Vice-prefeito de São Paulo ainda culpou o governo Lula pelo recorde de feminicídios em SP: “É um problema do país”

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1 de 1 Imagem colorida mostra Mello Araújo durante manifestação na Paulista - Metrópoles - Foto: Jessica Bernardo/Metrópoles

O vice-prefeito de São Paulo, Coronel Mello Araújo (PL), disse que, apesar o assunto dos feminicídios ser importante, a pauta deste domingo (7/12) é a anistia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e afirmou que não comparecerá ao ato contra o assassinato de mulheres.

“A nossa pauta hoje é anistia. É o povo que está dizendo. Tudo é importante, mas a pauta hoje é anistia”.

O político ainda culpou o governo federal e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo recorde de feminicídios em São Paulo. A cidade registrou neste ano o maior número de casos da série histórica, com 53 vítimas até outubro.

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“É um problema do país e a gente muda isso aí, basta os políticos quererem. Precisa ter lei boa. O problema é o seguinte: o governo federal, quando o presidente da República fala que traficante não é criminoso, é vítima, é isso que acontece, o crime cresce. O presidente, embora pense assim, nunca poderia falar isso porque incentiva o crime. E o feminicídio é um crime”.

Mello participou do ato que ele próprio convocou em defesa da anistia para Jair Bolsonaro e os demais condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação no plano golpista. A manifestação foi esvaziada e ocupou apenas um trecho da Avenida Paulista, no sentido Paraíso, em frente ao Centro Cultural Fiesp.

O irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro, Renato Bolsonaro, também esteve no ato e comentou sobre a indicação de Flávio Bolsonaro ao Planalto em 2026. Segundo ele, não haveria nome melhor para a disputa. Renato afirmou que, na sua avaliação, “não existe direita e esquerda, existe direita e sistema”, classificando Flávio como o único representante da direita na corrida. Ele também falou sobre Michelle Bolsonaro, que voltou a ser mencionada por apoiadores como possível liderança política. Renato disse que ela “vai entender” que o apoio deve ser integral a Flávio Bolsonaro e que, apesar da popularidade de Michelle entre a base bolsonarista, o foco do grupo deve permanecer na candidatura do senador.

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