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São Paulo

Pai de família executada em SP foi preso com "rei do tráfico" em 2015

Anderson Givago Marinho, 35 anos, Mirele Beraldo Tofalete, 32, e Isabelly Tofalete Marinho, 15, foram mortos a tiros em um canavial

02/01/2024 12:15
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Reprodução/Facebook
Em foto colorida mulher e homem, nos bancos dianteiros de carro, e menina no banco traseiro sorriem em selfie - Metrópoles

São Paulo – O mecânico Anderson Givago Marinho, 35 anos, assassinado a tiros junto com sua mulher e a filha do casal, em um canavial de Votuporanga, já havia sido preso por tráfico de drogas, em 2015, com Ricardo Luis Pedro, conhecido como o “rei do tráfico”, no bairro São José, na cidade de Olímpia, interior de São Paulo.

Foi de Olímpia que Anderson partiu de carro, rumo a São José do Rio Preto, com sua mulher, Mirele Regina Beraldo Tofalete, e a filha do casal, Isabelly Tofalete Marinho, 15. O intuito era comemorar os 32 anos de Mirele, completados na última quinta-feira (28/12), mesmo dia em que os três desapareceram.

Pai de família executada em SP foi preso com “rei do tráfico” em 2015 - destaque galeria
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Polícia Civil investiga o desaparecimento de pai, mãe e filha
Mãe e filha foram encontradas mortas a tiros dentro do carro da família
O carro foi visto pela última vez em Mirassol, cidade que não estava nos planos de viagem da família
Mirele Tofalete, de 32 anos, e Anderson Marinho, de 35
Família viajou para comemorar aniversário de Mirele em cidade vizinha
Mecânico foi encontrado morto a tiros a cerca de 15 metros de distância do carro da família
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Mecânico foi encontrado morto a tiros a cerca de 15 metros de distância do carro da família

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Polícia Civil investiga o desaparecimento de pai, mãe e filha
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Polícia Civil investiga o desaparecimento de pai, mãe e filha

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Mãe e filha foram encontradas mortas a tiros dentro do carro da família
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Mãe e filha foram encontradas mortas a tiros dentro do carro da família

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O carro foi visto pela última vez em Mirassol, cidade que não estava nos planos de viagem da família
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O carro foi visto pela última vez em Mirassol, cidade que não estava nos planos de viagem da família

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Mirele Tofalete, de 32 anos, e Anderson Marinho, de 35
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Mirele Tofalete, de 32 anos, e Anderson Marinho, de 35

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Família viajou para comemorar aniversário de Mirele em cidade vizinha
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Família viajou para comemorar aniversário de Mirele em cidade vizinha

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Família está desaparecida desde a última quinta-feira (28/12)
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Família está desaparecida desde a última quinta-feira (28/12)

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(Da esq para a dir) Mirele Regina Beraldo Tofalete, 32, filha do casal, Isabelly Tofalete Marinho, 15, e Anderson Givago Marinho, 35 anos
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(Da esq para a dir) Mirele Regina Beraldo Tofalete, 32, filha do casal, Isabelly Tofalete Marinho, 15, e Anderson Givago Marinho, 35 anos

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Anderson Givago Marinho, 35 anos, foi preso e condenado por tráfico de drogas
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Anderson Givago Marinho, 35 anos, foi preso e condenado por tráfico de drogas

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Os corpos deles foram encontrados nessa segunda-feira (1º/1), com marcas de tiros, em uma estrada rural de Votuporanga — cidade a mais de 80 km de distância do destino programado pelas vítimas. Até a publicação desta reportagem, nenhum suspeito havia sido identificado ou preso pela polícia.

A família foi sepultada, sem velório, na manhã desta terça-feira (2/12), em Olímpia.

Histórico criminal

O Metrópoles apurou que Anderson foi preso, em cumprimento a um mandado de prisão, expedido pela Justiça, em 14 de abril de 2015.

Dias antes, ele e outro homem teriam fugido de um rancho, na área rural de Olímpia, quando o “rei do tráfico” e um comparsa foram detidos, em flagrante, com drogas.

Segundo o registro criminal de Anderson, ele foi condenado por tráfico de drogas em 18 de dezembro de 2015, a dois anos e um mês de pena, já iniciada no regime semiaberto.

Antes disso, ele ficou preso provisoriamente no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto. O mecânico recebeu o benefício de cumprir o restante da pena, em prisão domiciliar, em abril de 2016.

Investigação

Em nota encaminhada ao Metrópoles, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo afirmou que peritos localizaram “diversas munições” no local onde os corpos das vítimas foram encontrados.

A Polícia Civil investiga o caso como triplo homicídio e realiza diligências para “elucidar o crime”, disse a SSP.

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