Operação prende integrantes do PCC que planejavam matar agente público
Plano do PCC seria executado por pessoas vindas de facção rival, como “exigência para permanecerem em determinada localidade”
atualizado
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Sete integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) foram presos temporariamente após a deflagração de uma nova fase ostensiva da Operação Sindon, que contou com a participação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e da Polícia Militar (PM).
Além dos mandados de prisão, cumpridos em São José do Rio Preto e Tanabi, ambos municípios do interior do estado de São Paulo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão.
Os alvos da operação são apontados pelo MPSP como lideranças regionais da facção criminosa PCC. A investigação foi iniciada após as autoridades identificarem um plano elaborado por integrantes da organização, que planejavam matar um agente público.
Para o crime, eles utilizariam pessoas vindas de uma facção rival, como “exigência para permanecerem em determinada localidade”.
Ainda de acordo com o MPSP, o objetivo da operação foi interromper o crime planejado, além de identificar os responsáveis pelo tráfico de drogas e outros crimes relacionados à atuação da facção, incluindo julgamentos pelo chamado tribunal do crime.
A operação contou com o trabalho de cinco promotores de Justiça, dez servidores do Ministério Público e 70 policiais militares. Os nomes dos envolvidos – presos e do agente público – não foram divulgados pelo MP.
