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São Paulo

Operação contra apostas eletrônicas prende 6 pessoas e busca foragido

Operação realizada nesta terça-feira (14/5) prendeu 6 pessoas em 4 cidades distintas no interior de SP; crime pode ter ligação com o tráfico

14/05/2024 15:15
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Divulgação/ Polícia Civil
Imagem colorida de fachada da Delegacia de Investigações Gerais. Metrópoles

São Paulo — A Polícia Civil de Fernandópolis prendeu nesta terça-feira (14/5) seis suspeitos em operação contra apostas eletrônicas realizada em cidades do interior de São Paulo.

A ação, chamada de “Operação Xeque Mate”, tinha como objetivo cumprir sete mandados de buscas e apreensões relacionados à uma organização criminosa que atuava em São José do Rio Preto e comandava uma rede de jogos eletrônicos na região.

Foram cumpridos seis desses pedidos nas cidades de Fernandópolis, Votuporanga, São João de Iracema e Cosmorama. Além dos seis presos, um sétimo mandado foi expedido mas não foi cumprido. O suspeito segue foragido.

Além da acusação que liga o grupo criminoso à rede de apostas, as autoridades também acreditam no envolvimento dos suspeito com um esquema de lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas.

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Materiais apreendidos durante operação contra jogos de azar no interior de SP
Investigação responsável pela operação atenderam a imprensa nesta terça (14/5)
Operação foi deflagrada pela DIG de Fernandópolis, no interior de SP
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Operação foi deflagrada pela DIG de Fernandópolis, no interior de SP

Divulgação/ Polícia Civil
Materiais apreendidos durante operação contra jogos de azar no interior de SP
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Materiais apreendidos durante operação contra jogos de azar no interior de SP

Divulgação/ Polícia Civil
Investigação responsável pela operação atenderam a imprensa nesta terça (14/5)
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Investigação responsável pela operação atenderam a imprensa nesta terça (14/5)

Divulgação/ Polícia Civil

A investigação ao redor do crime começou em 2023 e já resultou em apreensões de equipamentos e pessoas ligadas à apostas eletrônicas anteriormente.

Com o decorrer da operação, investigadores passaram a acreditar que o dinheiro utilizado no financiamento dos equipamentos poderiam servir para lavar e ocultar dinheiro de outras fontes criminosas, como o tráfico ilícito de entorpecentes.

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