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São Paulo

Ônibus em SP: funcionários da Transwolff fazem greve nesta segunda (19/10)

Greve afeta linhas do lote D10 - azul claro, que operam na zona sul de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (19/10)

19/10/2026 06:15, atualizado 19/10/2026 06:32
Jéssica Bernardo/Metrópoles
foto colorida de ônibus da Transwolff circulam normalmente no dia em que MPSP faz operação da empresa por suspeita de ligação com o PCC; na imagem, ônibus da empresa no Terminal Santo Amaro - Metrópoles

Sâo Paulo — Funcionários da empresa de ônibus Transwolff, que opera na zona sul de São Paulo, fazem greve nesta segunda-feira (19/10). De acordo com a Prefeitura de São Paulo, 267 mil passageiros são afetados.

A paralisação afeta as linhas do lote D10 – azul claro. Os ônibus de cor vinho, do lote D11, circulam normalmente.

O sistema Paese, de ônibus emergenciais, foi acionado para 34 linhas.

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Garagem da Transwolff, em Socorro, zona sul; empresa é alvo de operação do MPSP por suspeita de ligação com o PCC
Ônibus da Transwolff circulam normalmente no dia em que MPSP faz operação da empresa por suspeita de ligação com o PCC; na  imagem, ônibus da empresa no Terminal Santo Amaro
Ônibus da Transwolff circulam normalmente no dia em que MPSP faz operação da empresa por suspeita de ligação com o PCC; na  imagem, ônibus da empresa no Terminal Santo Amaro
Ônibus da Transwolff
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Ônibus da Transwolff

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Garagem da Transwolff, em Socorro, zona sul; empresa é alvo de operação do MPSP por suspeita de ligação com o PCC
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Garagem da Transwolff, em Socorro, zona sul; empresa é alvo de operação do MPSP por suspeita de ligação com o PCC

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A empresa está sob intervenção da prefeitura desde abril de 2024, quando o Ministério Público de São Paulo (MPSP) deflagrou a Operação Fim da Linha, que apura a inflitração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no sistema de transporte público da cidade.

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A gestão municipal, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte e da SPTrans, afirma que a greve não atende à legislação que prevê aviso prévio de 72 horas ao público em paralisações no serviço essencial de transporte coletivo público.

A SPTrans, que administra e opera as linhas desde a decretação da caducidade do contrato com a antiga empresa Transwolff, diz que está cumprindo com todos os direitos trabalhistas dos empregados e os pagamentos de salários e benefícios estão todos em dia.

Notícia em atualização.