Nunes promete punir professores que participarem de protesto nesta 4ª

Protesto na próxima quarta (2/4) reivindicará reajuste salarial para funcionalismo público. Nunes diz que vai descontar salário

atualizado

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DANILO M. YOSHIOKA/METRÓPOLES
Imagem colorida mostra o prefeito Ricardo Nunes, homem branco, de cabelo e barba pretos, vestindo terno azul e camisa branca, durante entrevista ao Metrópoles em seu gabinete - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra o prefeito Ricardo Nunes, homem branco, de cabelo e barba pretos, vestindo terno azul e camisa branca, durante entrevista ao Metrópoles em seu gabinete - Metrópoles - Foto: DANILO M. YOSHIOKA/METRÓPOLES

São Paulo – O prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB) afirmou nesta segunda-feira (31/3) que vai punir professores da rede municipal de ensino que paralisarem suas atividades para participar de um protesto convocado por entidades sindicais para a próxima quarta-feira (2/4).

Sindicatos de diferentes categorias do funcionalismo municipal planejam uma manifestação para a data em meio à campanha salarial do grupo.

“[Educação] é um serviço essencial. As pessoas que forem utilizar dessa prática [paralisação] para poder fazer política partidária nós vamos descontar [salário]. Nós precisamos de profissionais responsáveis, que lutem pelos seus direitos, o que a gente defende sempre, mas que tenham responsabilidade com os nossos alunos, com a educação”, disse Nunes, em entrevista a jornalistas na zona norte de São Paulo.

O emedebista afirmou que não há motivo para a paralisação já que a data-base para as negociações salariais é em maio.

Os servidores municipais exigem reajuste de 12,52% nos salários, fim do confisco de 14% das aposentadorias, e melhores condições de trabalho e saúde.

Sindicatos divididos

A participação de professores no protesto da próxima quarta tem sido convocada pela Aprofem, um dos sindicatos que representa os docentes.

Outras entidades dos trabalhadores da rede municipal, como Sinpeem, o Sinesp e o Sedin, no entanto, não vão aderir à paralisação. Como mostrou o Metrópoles, o grupo organizou um calendário de protestos nas diretorias de ensino e prevê uma grande manifestação para o dia 30 de maio.

O ato do dia 2 de abril, que será em frente à sede da Prefeitura, deve reunir entidades como o Sindsep, que representa os servidores municipais como um todo, o Simesp, dos médicos, e o Seesp, dos engenheiros.

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