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Nunes nomeia interventores para empresas investigadas por elo com PCC

Decreto assinado por Nunes nesta terça-feira determina intervenção em empresas de ônibus investigadas por suposta lavagem de dinheiro do PCC

atualizado

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Governo do Estado de São Paulo
MDB Ricardo Nunes
1 de 1 MDB Ricardo Nunes - Foto: Governo do Estado de São Paulo

São Paulo O prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB) cumpriu a determinação judicial e decretou uma intervenção municipal nas empresas de ônibus Transwolff e UPBus, investigadas na Operação Fim da Linha por suspeita de elo com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Com isso, a SPTrans ficará responsável pela administração das companhias temporariamente.

“A SPTrans dará todo o apoio necessário para a manutenção da operação diária do serviço de transporte coletivo público de passageiros”, diz o documento.

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Garagem da Transwolff, em Socorro, zona sul; empresa é alvo de operação do MPSP por suspeita de ligação com o PCC
Ônibus da Transwolff circulam normalmente no dia em que MPSP faz operação da empresa por suspeita de ligação com o PCC; na  imagem, ônibus da empresa no Terminal Santo Amaro
Ônibus da Transwolff circulam normalmente no dia em que MPSP faz operação da empresa por suspeita de ligação com o PCC; na  imagem, ônibus da empresa no Terminal Santo Amaro
Agentes da receita em garagens de ônibus
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Garagem da Transwolff, em Socorro, zona sul; empresa é alvo de operação do MPSP por suspeita de ligação com o PCC

Jéssica Bernardo/Metrópoles
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Agentes da receita em garagens de ônibus
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Agentes da receita em garagens de ônibus

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O decreto nomeia como interventores Valdemar Gomes de Melo e Wagner Chagas Alves, atualmente diretores das áreas de Planejamento de Transporte e Operações na SPTrans, respectivamente. Valdemar ficará responsável pelas atividades da Transwolff e Wagner atuará na UPBus.

O documento cria ainda dois comitês com três membros cada, que deverão trabalhar sob a coordenação dos interventores, e autoriza as equipes a utilizar as instalações, equipamentos e materiais das empresas concessionárias.

“Os comitês de intervenção poderão ocupar e utilizar o local, instalações, equipamentos, material e pessoal empregados na execução do contrato, necessários à sua continuidade, os quais serão devolvidos posteriormente”, explica o texto do decreto. Os comitês também poderão requisitar auditorias nas empresas.

Os funcionários das duas companhias ficarão sob a responsabilidade da Prefeitura.

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) pode atuar nas ações que se fizerem necessárias.

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