“Não adianta chamar a polícia”, disse homem ao agredir companheira
Homem teria dito que até poderia ir preso, mas mataria companheira assim que saísse da prisão. Vítima denunciou ameaças após agressão na rua
atualizado
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Uma mulher, de 40 anos, relatou ter sido agredida pelo companheiro no meio da rua, em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, na madrugada deste sábado (7/3). Durante a violência, o homem, identificado como Sidney Xavier Da Silva Santos, teria dito: “Posso até ir preso, mas você vai morrer”.
O caso aconteceu na rua Maringá, por volta das 00h30. A mulher estava acompanhada da filha, menor de idade, que havia sido levada ao hospital por causa de dores no pé. A vítima caminhava até sua casa para buscar um chinelo para a menina, que precisaria retornar à unidade de saúde para tomar remédios.
Então, após uma discussão “por motivos banais”, não detalhada no boletim de ocorrência, o homem teria ficado agressivo, ofendido a mulher e iniciado a violência física. A vítima foi enforcada na rua e gritou por socorro. Um casal que passava pelo local tentou ajudar, mas também foi hostilizado pelo agressor. Já na casa da mulher, a violência continuou. Sidney teria pegado uma faca e tentado golpear a vítima, que conseguiu reagir e fugir com a filha.
“Não adianta chamar a polícia”
- Aos policiais, a mulher relatou que mantém um relacionamento com o agressor há um ano e dois meses.
- Ela já havia sido ameaçada por ele.
- Segundo a vítima, o Sidney frequentemente afirma que vai matá-la, caso eles não continuem juntos.
- O homem ainda afirmou que não adiantava chamar a polícia, pois daria um jeito de matar a companheira assim que saísse da prisão.
- A vítima alegou que não havia denunciado as outras agressões por medo das ameaças. Ela disse que pretende se abrigar na casa de familiares e mudar de endereço, assim que possível.
O caso foi registrado como violência doméstica, ãmeaça e lesão corporal no 1º Distrito Policial de Embu das Artes. A vítima foi orientada a realizar o exame de corpo de delito e preencher os formulários para solicitar medidas protetivas de urgência.
O Metrópoles não conseguiu contato com a defesa de Sidney Xavier Da Silva Santos. O espaço segue aberto para manifestações.




