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São Paulo

Na iminência de desmonte, acampados de SP lamentam terrorismo no DF

Polícia de SP se mobiliza para desmontar o acampamento de bolsonaristas em frente ao QG do Exército, na zona sul da capital

Repórter de São Paulo09/01/2023 11:35, atualizado 09/01/2023 11:45
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Felipe Resk/ Metrópoles
Polícia de SP se mobiliza para desmontar o acampamento de bolsonaristas em frente ao QG do Exército, na zona sul da capital

São Paulo – As polícias de São Paulo já se mobilizam para desmontar o acampamento de bolsonaristas em frente ao QG do Exército, na zona sul da capital, após ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Representantes da Polícia Militar e do Ministério Publico de São Paulo estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira (9/1). As ações estão previstas para começar às 12h, segundo apurou o Metrópoles.

Na iminência do despejo, bolsonaristas acampados em São Paulo lamentam os atos terroristas registrados no domingo (8/1) em Brasília, com invasões e vandalismos no Palácio do Planalto, Congresso e Supremo Tribunal Federal.

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O cerco ao acampamento, que fica próximo à Assembleia Legislativa de São Paulo, já aumentou
Três viaturas de área da Polícia Militar (PM) rondam a Avenida Sargento Mario Kozel Filho, onde mais de 30 barracas permanecem
Um ônibus do Batalhão de Choque da PM também está estacionado na Alesp – o veiculo não faz parte da segurança habitual da casa
Polícia de SP se mobiliza para desmontar o acampamento de bolsonaristas em frente ao QG do Exército, na zona sul da capital
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Polícia de SP se mobiliza para desmontar o acampamento de bolsonaristas em frente ao QG do Exército, na zona sul da capital

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O cerco ao acampamento, que fica próximo à Assembleia Legislativa de São Paulo, já aumentou
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O cerco ao acampamento, que fica próximo à Assembleia Legislativa de São Paulo, já aumentou

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Três viaturas de área da Polícia Militar (PM) rondam a Avenida Sargento Mario Kozel Filho, onde mais de 30 barracas permanecem
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Três viaturas de área da Polícia Militar (PM) rondam a Avenida Sargento Mario Kozel Filho, onde mais de 30 barracas permanecem

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Um ônibus do Batalhão de Choque da PM também está estacionado na Alesp – o veiculo não faz parte da segurança habitual da casa
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Um ônibus do Batalhão de Choque da PM também está estacionado na Alesp – o veiculo não faz parte da segurança habitual da casa

Felipe Resk/ Metrópoles

O cerco ao acampamento, que fica próximo à Assembleia Legislativa de São Paulo, já aumentou na manhã desta segunda-feira (9/1). Três viaturas de área da Polícia Militar (PM) rondam a Avenida Sargento Mario Kozel Filho, onde mais de 30 barracas permanecem.

Batalhão de Choque

Um ônibus do Batalhão de Choque da PM também está estacionado na Alesp – o veículo não faz parte da segurança habitual da casa, segundo apurou o Metrópoles.

Por volta das 10h15, duas viaturas do Corpo de Bombeiros também foram deslocadas para o acampamento. “O Tarcísio quer retirar todo mundo depois que tentaram invadir ontem”, comentou um dos acampados ao ver os veículos. “O Bolsonaro está sozinho.”

O episódio que ele se refere foi uma tentativa de obstrução na Avenida 23 de Maio, na zona sul da capital, em meio ao terrorismo em Brasília. O ato foi rapidamente controlado.

“Infiltrado do PT”

Entre os acampados, pouco se comenta da decisão de Moraes. A maior parte dos bolsonaristas reclamam dos vandalismos registrados na capital federal – a quem atribuem a possível desmobilização dos atos golpistas.

“A polícia errou, não podiam ter deixado invadir Brasília daquele jeito”, reclamou um bolsonarista. Outra respondeu com teoria conspiratória: “O povo de verdade estava ordeiro,  aquilo foi coisa de infiltrado do PT.”

Em São Paulo, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) deve primeiro tentar negociar a saída dos bolsonaristas, com PMs mediadores, só fazendo uso da força depois, se necessário. Também é previsto aplicação de multa, caso os acampados resistam, a exemplo do que foi aplicado nos bloqueios às rodovias.

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