MPSP ajuiza ação por antissemitismo contra sindicato de deputada do PT
MPSP pede indenização de R$ 120 mil por evento contra genocídio na Palestina que enalteceu Hamas em sindicato presidido por deputada do PT

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) ajuizou uma ação civil pública contra o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP) por ter cedido o auditório a um evento promovido pelo Partido da Causa Operária (PCO) contra o que a sigla classifica genocídio na Palestina.
A APEOESP é presidida pela deputada estadual Professora Bebel (PT) e a ação foi instaurada a partir da denúncia do deputado estadual Danilo Campetti (Republicanos).

Receba no seu email as notícias de Metrópoles SP
Frequência de envio: Diário
Ver todasSegundo a ação, no evento, que ocorreu no dia 7 de outubro do ano passado, houve a “manifestação de conteúdo antissemita e de exaltação ao ataque terrorista perpetrado pelo grupo Hamas contra civis em Israel”. O MPSP pede que a APEOESP pague R$ 120 mil por indenização de danos sociais e danos morais coletivos.
No dia seguinte ao evento, o ato foi tema de debate na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O deputado Eduardo Suplicy (PT) leu um pronunciamento da diretoria da APEOESP, em que o sindicato declara que não tem responsabilidade sobre o evento e que não apoia a violência como método de ação política.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPO argumento foi rebatido por Campetti que pediu para exibir um vídeo da manifestação, em que participantes entoaram “Viva o Hamas”, em alusão a organização terrorista que atua na Faixa de Gaza.
“A Apeoesp tem culpa, sim, a Apeoesp está adorando o grupo terrorista, sim, que matou mulheres depois de estuprá-las em praça pública. Tem vídeos”, disse Campetti.


