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Militar assume cargo do “prefeito do Palácio” no governo Tarcísio

Coronel que atuou em Itaipu no governo Bolsonaro foi nomeado na Casa Civil de Tarcísio no lugar de assessor que ficou 36 anos no Palácio

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Foto colorida do secretário da Casa Civil de SP, Arthur Lima, à esquerda de camisa escura, ao lado de João Germano Böttcher Filho, que era seu chefe de gabinete, de barba, camisa clara e segurando uma placa - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida do secretário da Casa Civil de SP, Arthur Lima, à esquerda de camisa escura, ao lado de João Germano Böttcher Filho, que era seu chefe de gabinete, de barba, camisa clara e segurando uma placa - Metrópoles - Foto: Reprodução/Instagram

São Paulo — O governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) nomeou o coronel Francisco Ronald Rocha Fernandes como chefe de gabinete da Casa Civil. O militar ocupará o posto deixado pelo advogado João Germano Böttcher Filho, que se aposentou após 36 anos no governo e era conhecido como o “prefeito” do Palácio dos Bandeirantes.

O coronel vai trabalhar com o secretário da Casa Civil, Arthur Lima (do lado esquerdo na foto em destaque, ao lado de Germano), que é braço direito do governador e também tem origem na carreira militar. Fernandes atuou como chefe da assessoria de informações da usina de Itaipu no governo de Jair Bolsonaro (PL).

Em sua despedida do Palácio, no último dia 2/2, Germano recebeu uma placa de homenagem das mãos de Arthur Lima. Descrito como um “faz-tudo” do governo, ele era encarregado das tarefas administrativas do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo e residência oficial do governador, chefiando da equipe de governança aos empregados da cozinha.

Nas mais de três décadas que ficou no governo, Germano testemunhou a ascensão e da queda do PSDB, partido que comandou o estado entre 1995 e 2022 — com pequenos intervalos de gestão de outras legendas — e atuou com dez governadores antes de Tarcísio.

Além da chefia de gabinete da Casa Civil, ele ocupava cargo de conselheiro da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) e da Prodesp, estatal de TI do governo paulista, acumulando vencimentos brutos que ultrapassavam os R$ 50 mil.

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