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Metrô pede nova data para enviar proposta a sindicato contra greve

Metrô se compromete a enviar proposta até o dia 5 de junho; sindicato agendou assembleia para definir greve na terça-feira (21/5)

atualizado

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Imagem colorida mostra a estação Santa Cecília do metrô de Sâo Paulo vazia devido a uma greve. O teto é verde com lâmpadas compridas e o chão é cinza - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra a estação Santa Cecília do metrô de Sâo Paulo vazia devido a uma greve. O teto é verde com lâmpadas compridas e o chão é cinza - Metrópoles - Foto: Felipe Resk/Metrópoles

São Paulo – O Metrô de São Paulo se comprometeu a apresentar ao Sindicato dos Metroviários uma proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho até o dia 5 de junho.

Segundo a companhia, o prazo considera os trâmites internos da empresa – levantamento de pessoas impactadas, cálculos e estudos de impactos -, além das tratativas com os órgãos de controle do governo paulista, acionista majoritário da empresa.

O sindicato agendou para a próxima terça-feira (21/5) uma assembleia para organizar uma nova greve agendada para a quarta-feira (22/5). A categoria reivindica aumento salarial, recontratação dos demitidos na última paralisação e abertura de concursos públicos para novas admissões.

“A diretoria do Sindicato e a comissão de Negociação exigem que o Metrô apresente proposta para evitar a greve”, diz a nota publicada pelo sindicato na última quarta-feira (15/5).

A categoria também sinalizou uma articulação com o sindicato que representa os motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo (Sindmotoristas), que está em estado de greve, para uma paralisação unificada contra o reajuste de 2,77% proposto pelo Metrô na negociação mais recente.

O Metrô diz que já reajustou o salário e demais benefícios econômicos (Vale Refeição, Vale Alimentação) em 2,77% pela inflação acumulada (IPC-Fipe), seguindo Sentença Normativa da Justiça em vigência.

A última greve promovida pela categoria aconteceu em novembro do ano passado e tinha como motivação a política de privatizações do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos). A paralisação contou com apoio de funcionários da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e de professores da rede estadual de ensino.

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