Médico que matou colegas de profissão já foi preso por racismo. Vídeo

Carlos Alberto Azevedo Silva Filho atirou contra colegas em Barueri sexta-feira (16/1). Em 2025, ele foi preso após racismo em hotel

atualizado

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Imagem colorida mostra prisão do médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho por racismo. Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra prisão do médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho por racismo. Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes Sociais

Preso por matar dois colegas após uma briga em Barueri, na Grande São Paulo, na sexta-feira (16/1), o médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, já havia sido detido por agredir e cometer injúria racial contra funcionários de um hotel, em Aracaju (SE), no ano passado.

Conforme publicado pelo Metrópoles na época, o caso aconteceu no Hotel Vidam. Segundo o estabelecimento, o médico, de 44 anos, chegou visivelmente embriagado e alterado. Na situação, ele atacou fisicamente um funcionário, ofendeu outro com frases de cunho racista e ainda quebrou móveis e objetos do local.

Vídeos gravados por testemunhas mostram o momento das agressões e também quando o médico é conduzido pelos militares dentro do hotel.

Confira:


Solto pela Justiça após racismo

  • Após ser detido pela Polícia Militar de Sergipe (PMSE), o médico foi levado ao Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), na capital sergipana.
  • No entanto, cerca de um mês depois, o juiz do caso revogou a prisão preventiva e estabeleceu medidas cautelares.
  • Entre as medidas, estavam o pagamento de fiança no valor de 10 salários mínimos e a obrigação de se apresentar mensalmente à Justiça.
  • Segundo o magistrado, a decisão foi tomada porque Carlos Alberto não representava riscos à ordem pública.

Na noite dessa sexta-feira (16/1), Carlos Alberto Azevedo Silva Filho matou dois colegas de profissão em frente a um restaurante de luxo, na Avenida Copacabana, em Barueri.

O autor dos disparos saiu do interior do restaurante com uma arma em punho e atirou contra Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35.

 

Vinicius foi atingido por dois disparos, um no abdômen e outro nas costas. Ele chegou a ser socorrido pelo resgate municipal e levado ao pronto-socorro do Parque Imperial, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Já Luís foi atingido por oito tiros, que alcançaram a axila esquerda, o braço esquerdo, a cintura, a coxa direita, as costas e o abdômen. Assim como a outra vítima, ele foi socorrido, mas também morreu.

Antes dos disparos, de acordo com a polícia, Carlos teria ido ao banheiro alterado e se envolvido em uma confusão com Vinicius e Luís, chegando a levar socos. Em seguida, ele retornou, pegou a arma em uma bolsa e efetuou os disparos contra as vítimas. Segundo o boletim de ocorrência, o autor foi preso em flagrante por homicídio.

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