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Preço de material escolar varia quase 280% neste ano, diz Procon-SP

De acordo com o órgão, a maior diferença encontrada nos valores é da caneta esferográfica. Veja detalhes do estudo para 2026

atualizado

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Fiscal do Procon em papelaria para averiguar material escolar - Metrópoles
1 de 1 Fiscal do Procon em papelaria para averiguar material escolar - Metrópoles - Foto: Procon/Divulgação

O valor cobrado por estabelecimentos em material escolar pode variar até quase 280% no estado de São Paulo em 2026. É o que aponta o Procon-SP conforme estudo realizado periodicamente.

Segundo os fiscais, a maior diferença encontrada nos preços é da caneta esferográfica. Em uma loja, por exemplo, o item chega a R$ 4,90. No entanto, o mesmo modelo custa R$ 1,30 em outro comércio.

“Apesar de o preço ser nominalmente baixo, na soma de toda a lista de compras os pequenos valores acabam por influenciar todo o orçamento. Por isso, a importância da comparação dos preços antes de ir às compras, além da recomendação de reaproveitar os produtos da lista de material que o consumidor já possui em casa”, alerta o órgão.

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Os dados são do Procon
O órgão publica anualmente relatórios de pesquisas de material escolar
Peços de produtos de material escolar variam até 280% no estado de São Paulo em 2026
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Peços de produtos de material escolar variam até 280% no estado de São Paulo em 2026

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O órgão publica anualmente relatórios de pesquisas de material escolar
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O órgão publica anualmente relatórios de pesquisas de material escolar

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Pesquisa do Procon-SP

Feito nos dias 15 e 16 de dezembro do ano passado, o levantamento englobou 134 produtos, por meio de preços à vista pagos com cartão de crédito. A coleta ocorreu em nove estabelecimentos distribuídos pelas zonas norte, sul, oeste, leste e centro da capital paulista.

Entre os itens analisados, estão apontador de lápis, borracha, caderno, caneta hidrográfica, cola, giz de cera, lápis, lapiseira, marca texto, massa de modelar, papel sulfite, refil para fichário, régua, tesoura e tinta para pintura.

O Procon-SP também fiscalizou pontos comerciais na Baixada Santista, no litoral, e também em Bauru, Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba, no interior de São Paulo. Em todos os locais averiguados, os resultados apontam diferenças significativas de valores.


Material escolar em São Paulo: 2024 x 2025

  • Ao comparar 118 produtos comuns entre as pesquisas realizadas entre 2024 e 2025, constatou-se, em média, uma alta de 0,14% no preço dos itens, de acordo com o Procon-SP.
  • Os itens que mais variaram foram: borracha (4,03%), cadernos (7,86%), cola bastão (1,36%), lápis de cor (4,76%), lapiseira (4,44%), marca texto (0,65%), massa de modelar (1,79%), régua plástica 30cm (4,88%), tesoura sem ponta (7,52%).
  • Entre os produtos de material escolar que registraram queda, estão apontador de lápis (-8,14%), cola branca líquida (-0,07%), giz de cera (-3,64%), lápis preto (-2,03%) e papel sulfite (-0,06%).

 

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