Masp planta Jatobá de 15 anos na Avenida Paulista
O Jatobá foi cultivado em Limeira, interior de SP, e plantado em frente ao Edifício Pietro Maria Bardi, no último sábado (13/6)

O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), no último sábado (13/6), plantou um Jatobá de 15 anos de idade em frente ao Edifício Pietro Maria Bardi, na Avenida Paulista, região central de São Paulo. A árvore, cientificamente conhecida como Hymenaea courbaril, foi escolhida pela sua adaptabilidade ao espaço urbano e por se integrar à Mata Atlântica remanescente no Parque Trianon. A primeira rega da árvore de oito metros foi feita por cerca de 30 crianças, de 3 a 12 anos, das famílias de funcionários e patronos do museu.
O Jatobá tem expectativa de vida de 80 a 120 anos em contexto urbano e traz inúmeros benefícios ambientais, como:
- redução de temperatura
- sombreamento
- atração de abelhas e outros polinizadores por meio de suas flores
Nativo da América Tropical, o Jatobá é encontrado em vários outros ecossistemas no Brasil, como Amazônia, Pantanal, Cerrado e, claro, Mata Atlântica.
A árvore foi cultivada em Limeira, interior de São Paulo, e foi transportada na última sexta-feira (12/6) até a capital paulista. A nova planta está substituindo, simbolicamente, uma antiga paineira-rosa que existia no local quando o imóvel ainda era residencial e que, ao longo do tempo, perdeu vigor e morreu.
“O gesto de plantar uma árvore com as crianças que farão o futuro do Museu e crescerão junto com o jatobá, é uma maneira de criar memória para a futura geração, dar sombra e acolher os nossos visitantes”, afirma Paulo Vicelli, diretor de Experiência e Comunicação do MASP.

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