Marcelo Rubens Paiva critica falta de acessibilidade no Metrô de SP
Escritor fez publicações denunciando elevador inoperante na estação Vila Madalena, da linha 2-Verde do Metrô
atualizado
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O escritor Marcelo Rubens Paiva, autor dos livros Feliz Ano Velho e Ainda Estou Aqui, criticou, nesse sábado (22/2), a falta de acessibilidade nas estações de metrô de São Paulo.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, o escritor abriu uma reportagem que fala sobre a construção da Linha 6-Laranja do metrô e afirmou que, em um contrassenso com os investimentos para a expansão da malha ferroviária, problemas de acessibilidade ainda são vistos nas linhas mais velhas.
“As estações antigas estão com os elevadores quebrados”, disse Marcelo. No vídeo, o autor abre um e-mail enviado pelo Metrô depois que ele questionou a situação de um elevador interditado na estação Vila Madalena, da linha 2-Verde.
É possível ver na imagem que o Metrô diz no e-mail que o elevador está inoperante por causa da “falta de itens necessários para garantir a segurança e o funcionamento do equipamento” e afirma que precisa importar peças para conseguir reabrir o elevador.
Há alguns dias, Marcelo publicou outro vídeo em que também cita o problema na Vila Madalena. “As pessoas autistas, grávidas, idosas encontram um elevador inoperante há pelo menos 3 meses”, disse o escritor, que é cadeirante.
Resposta do Metrô
O Metrópoles questionou o Metrô sobre o caso. Em nota, se desculpou com os passageiros pelo transtornos causados na Vila Madalena e disse que o elvador da estação está inoperante desde 24 de dezembro de 2025 por causa da falha de um sensor.
“Assim que foi detectado o problema, iniciou-se o processo para importação da peça, que é de fabricação internacional. A previsão é de que o reparo seja concluído até o final de março”, disse a empresa.
O Metrô afirmou, ainda, que a estação Vila Madalena conta com escadas rolantes e que agentes da operação estão à disposição para auxiliar as pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos e gestantes, “inclusive com a inversão do sentido das escadas rolantes, sempre que necessário”.
