Manifestantes fazem ato pró-Palestina em SP e criticam ações de Israel

Grupo critica ataques de Israel na Faixa de Gaza, que deixaram milhares de mortos e feridos desde o início do conflito em 2023

atualizado

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1 de 1 imagem colorida mostra grupo fazendo protesto no centro de sp - Foto: Reprodução / Redes sociais

Um grupo de manifestantes faz um ato pró-Palestina na Praça Roosevelt, no centro de São Paulo, na manhã deste domingo (15/6). O protesto foi convocado por entidades, políticos e artistas que criticam os ataques de Israel à Faixa de Gaza. 

A concentração para a manifestação começou por volta das 10h20. Às 11h30, a Polícia Militar de São Paulo já contabilizava cerca de 500 manifestantes no local.

 

Segundo a PM, os organizadores do ato pretendem caminhar até a Praça Cinquentenário de Israel, em Higienópolis, também no centro.

Os manifestantes levam cartazes em que denunciam a violência na Faixa de Gaza. Parte do grupo também defende que o Brasil rompa relações diplomáticas e comerciais com Israel.

Em discurso durante o ato, o deputado federal Guilherme Boulos (PSol) afirmou que Gaza virou um “campo de concentração”.

“O que a gente tem visto, de crianças sendo mortas na fila de comida, de falta de água, de famílias palestinas sendo destruídas e despedaçadas, isso só não indigna quem já morreu por dentro. Qualquer um que seja humano olha aquilo e sabe que é inaceitável, que é um crime contra a humanidade. Gaza virou um campo de concentração em céu aberto. O símbolo do apartheid contra o povo palestino no século XXI”, disse Boulos.


Ofensivas em Gaza

  • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou, no final de maio, que suspendeu de forma parcial o bloqueio de suprimentos de ajuda humanitária imposto à Faixa de Gaza desde 2 de março.
  • O bloqueio agravou a crise humanitária no território, o que levou líderes internacionais a pressionarem o premiê israelense.
  • Israel voltou a atacar o Hamas na Faixa de Gaza no dia 18 de março, resultando em mais de 3 mil mortes e 10 mil feridos, de acordo com o Ministério da Saúde da Palestina, em Gaza.

A região vive um colapso no sistema de saúde e tem impactos até na distribuição de alimentos em meio ao conflito. Vídeos mostram a população brigando para ter acesso a comida perto dos centros de distribuição de ajuda humanitária.

Desde que o conflito na região teve início, depois de um ataque do Hamas em Israel em 7 de outubro de 2023, mais de 50 mil palestinos foram mortos e outros 120 mil ficaram feridos, segundo o Ministério da Saúde Palestino, que é controlado pelo Hamas.

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