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Madrasta é acusada de envenenar enteado de 9 anos com anticoncepcional

Delegado pediu prisão por tentativa de homicídio. Mãe da vítima apresentou prints em que pai diz que suspeita “colocou algo” na comida

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Foto colorida de paciente em coma deitada na cama do hospital - Neurologista explica o que é o coma e por que ele acontece - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de paciente em coma deitada na cama do hospital - Neurologista explica o que é o coma e por que ele acontece - Metrópoles - Foto: wutwhanfoto/Getty Images

Uma mulher de 41 anos teve a prisão temporária solicitada por envenenar o próprio enteado, de 9, nos Jardins, bairro nobre da zona oeste de São Paulo. Nathalia da Rosa Pires é acusada de injetar substâncias anticoncepcionais na comida do menino, usando uma seringa. O pai também é investigado por envolvimento.

O caso ocorreu na noite de 10 de outubro do ano passado, mas só foi comunicado à polícia na última quinta-feira (15/1), pela mãe do garoto, no 78º Distrito Policial da capital. Em depoimento, a mulher disse que, no dia, recebeu um telefonema do pai da criança, dizendo que ela estava passando mal e precisava ser levada ao hospital. O menino ficou três dias internado.

Ao registrar o boletim de ocorrência, meses após o ocorrido, a mulher apresentou laudos médicos e resultados de exames que apontavam para o “iminente risco de vida” do paciente.

Ela também entregou à polícia um vídeo em que a madrasta aparece injetando uma substância no prato do filho e prints de conversas em que o pai da criança diz que a companheira teria “colocado algo na comida” da vítima. Além disso, fotos dos medicamentos que teriam sido utilizados, como Desogestrel, Etinilestradiol e Inzelm.

Inicialmente, a mãe do menino pretendia registrar o caso como maus tratos. O delegado Denis Fernando Balsamo, no entanto, entendeu que se tratava de tentativa de homicídio e decidiu pedir a prisão temporária da acusada.

“Isso porque a insidiosa e cruel atitude de preparar e elaborar mistura com remédio e depois misturá-la com a comida da criança, não só demonstram frieza e intenção de infligir mal à saúde, mas indicam a assunção do risco de matar a criança, que efetivamente passou mal e foi internada”, disse a autoridade policial.

A reportagem questionou a Secretaria da Segurança Pública sobre o caso e se o pedido de prisão foi deferido pela Justiça. Até o momento, não houve retorno.

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