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São Paulo

Liberação de ponte que liga SP e MG pode demorar ao menos 3 meses

Previsão é do vice-governador de MG, Mateus Simões, após vistoria ao lado dos prefeitos das cidades que fazem divisa entre os estados

Cesar Sacheto11/02/2026 07:35, atualizado 11/02/2026 08:56
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Divulgação/Defesa Civil
Imagem colorida mostra ponte que liga o Rio Grande - Metrópoles

A liberação parcial da Ponte Grande, que liga os estados de São Paulo e Minas Gerais, interditada totalmente desde o último dia 5 de fevereiro, em razão do surgimento de trincas em pilares estruturais, pode demorar pelo menos três meses. A previsão foi feita pelo vice-governador mineiro, Mateus Simões, em postagem nas redes sociais, durante vistoria na estrutura que passa sobre o rio de mesmo nome.

Devido ao bloqueio da ponte — que liga a cidade de Conceição das Alagoas (MG) a Miguelópolis (SP) –, os motoristas têm de rodar por desvios em rodovias, como a Anhanguera e a Brigadeiro Faria Lima, o que aumenta em 100 km o percurso.

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Mapa de desvios como alternativas para a interdição da ponte que liga MG e SP
Ponte que liga MG e SP é interditada
Ponte sobre o Rio Grande, que liga Miguelópolis (SP) a Conceição das Alagoas (MG)
Ponte sobre o Rio Grande, que liga Miguelópolis (SP) a Conceição das Alagoas (MG)
Ponte sobre o Rio Grande, que liga Miguelópolis (SP) a Conceição das Alagoas (MG)
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Ponte sobre o Rio Grande, que liga Miguelópolis (SP) a Conceição das Alagoas (MG)

Divulgação/Defesa Civil
Mapa de desvios como alternativas para a interdição da ponte que liga MG e SP
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Mapa de desvios como alternativas para a interdição da ponte que liga MG e SP

Divulgação/ DER-MG
Ponte que liga MG e SP é interditada
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Ponte que liga MG e SP é interditada

Divulgação/ DER-MG
Ponte sobre o Rio Grande, que liga Miguelópolis (SP) a Conceição das Alagoas (MG)
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Ponte sobre o Rio Grande, que liga Miguelópolis (SP) a Conceição das Alagoas (MG)

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Ponte sobre o Rio Grande, que liga Miguelópolis (SP) a Conceição das Alagoas (MG)
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Ponte sobre o Rio Grande, que liga Miguelópolis (SP) a Conceição das Alagoas (MG)

Divulgação/Defesa Civil

Segundo Mateus Simões, é necessário aguardar um prazo de 45 dias pela conclusão de um laudo técnico e outros 45 dias para a execução da obra.


Caminhos alternativos

  • A ponte é considerada um importante elo de ligação entre a Rodovia MG-427 e o estado de São Paulo, garantindo acesso a municípios do interior paulista, como Barretos.
  • Uma das opções de desvio para os motoristas que usam o trajeto é seguir pela MG-427 até a cidade de Planura, depois acessar a BR-364 – que passa a se chamar SP-326 quando muda de estado, seguir até Barretos e, de lá, continuar pela SP-25 até a cidade de Guaíra.
  • Outra rota alternativa é pela MG-427, no sentido de Uberaba, depois seguir pela BR-050 até a cidade de Delta e, ao atravessar a divisa entre Minas Gerais e São Paulo, continuar pela SP-330 em direção a Ituverava e, de lá, acessar a SP-385 até Miguelópolis.

Antes da vistoria desta semana, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de Minas Gerais havia determinado que apenas veículos de até quatro toneladas poderiam circular pela ponte.

A ponte foi construída na década de 1970, na mesma época da Usina Hidrelétrica de Volta Grande, inaugurada em 1974. A estrutura tem 540 metros de extensão e a largura mede 7,8 metros.

Segundo profissionais envolvidos na análise da ponte, as dimensões das trincas identificadas “comprometem a segurança dos usuários”.

“O DER-MG está em contato com o Departamento Rodoviário de São Paulo com o objetivo de viabilizar ações para recuperação da estrutura, possibilitando a retomada da circulação de veículos no local”, diz o comunicado.

Enquanto o trecho está fechado, o departamento de estradas mineiro orienta que os motoristas respeitem “rigorosamente” a interdição e a sinalização instalada no local.

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