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São Paulo

Justiça acata pedido de prisão de maquinista da CPTM que matou colega

Maquinista Ricardo de Oliveira Dias passa a ser foragido da Justiça; desde domingo, quando crime foi cometido, ele está desaparecido

Renan Porto29/06/2023 09:37, atualizado 17/10/2025 20:34
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Reprodução/Diário do Transporte
Justiça acata pedido de prisão de maquinista da CPTM que matou colega

São Paulo – A Justiça de São Paulo aceitou o pedido de prisão temporária feito pela Polícia Civil contra o maquinista da CPTM Ricardo de Oliveira Dias, suspeito de matar o colega Marco Antônio Dias na Estação da Luz, no centro da capital, no domingo (25/6).

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Ricardo deixou a estação com uma arma na mão. Desde então, ele é procurado pelos policiais.

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Suspeito deixa a Estação da Luz
Marco Antônio foi morto com um tiro no peito
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Ricardo é suspeito de matar um maquinista da CPTM
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Ricardo é suspeito de matar um maquinista da CPTM

Reprodução/Arquivo pessoal
Suspeito deixa a Estação da Luz
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Suspeito deixa a Estação da Luz

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Marco Antônio foi morto com um tiro no peito
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Na terça (27), a polícia apreendeu milhares de munições de diversos calibres na casa de Ricardo. O homem não tinha autorização para portar arma de fogo. O caso é investigado pelo 2º Distrito Policial, do Bom Retiro.

Testemunhas disseram à polícia que um desentendimento por causa da escala de trabalho teria motivado os disparos.

Marco Antônio era o responsável por montar os horários de trabalho. Um funcionário que presenciou o crime afirmou que ouviu Ricardo dizendo, enquanto fazia os disparos: “Quero ver tirar sarro”.

Além de Marco Antônio, Ricardo também disparou contra outro colega de trabalho, que ficou ferido no pé.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias, Ricardo Oliveira atuava na Linha 7 – Rubi havia pouco tempo. Ele foi transferido após a Linha 8 – Diamante ser concedida à ViaMobilidade.

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