Após o caos, imóveis sem energia caem para menos de 25 mil em SP

Pela primeira vez desde o temporal, capital paulista registra o menor número desde o pico da crise, quando 2,2 milhões ficarem sem energia

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1 de 1 Pela primeira vez desde o temporal, capital paulista registra o menor número desde o pico da crise, quando 2,2 milhões ficarem sem energia - Metrópoles - Foto: Antonio Hugo Photo / Getty Images

Oito dias após um ciclone atingir a cidade de São Paulo, o número de imóveis sem energia elétrica caiu, pela primeira vez, para menos de 25 mil. Até as 14h17 desta quinta-feira (18/12), cerca de 24.785 mil residências ainda estavam sem fornecimento de luz. Este é o menor índice desde o pico registrado na terça-feira (9/12), quando 2,2 milhões de imóveis ficaram sem energia.

Nos dias anteriores, apesar da redução gradual da energia, os números permaneciam elevados e não haviam ficado abaixo de 45 mil unidades afetadas. A queda registrada nesta quinta marca um avanço no processo de restabelecimento do serviço.

Em nota, a Enel, concessionária responsável pela distribuição de energia na capital e região metropolitana, afirmou que cumpriu todos os requisitos exigidos e apresentou avanços na qualidade do serviço. A empresa também declarou confiar no sistema jurídico e regulatório para garantir estabilidade aos clientes.

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Árvores caem sobre carros no Ibirapuera
Avenida Brasil, sentido Parque do Ibirapuera
Árvores caem sobre carros na zona sul de SP
Ventania derrubou árvores em São Paulo
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Estragos da ventania atingiram São Bernardo
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Corpo de Bombeiros recebeu mais de 500 chamados para queda de árvores. Carros, ônibus e vias ficaram bloqueados após a ventania
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Corpo de Bombeiros recebeu mais de 500 chamados para queda de árvores. Carros, ônibus e vias ficaram bloqueados após a ventania

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Ventania derrubou árvores em São Paulo

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A passagem de um ciclone extratropical por São Paulo provocou fortes ventos e temporais, causando queda de energia em larga escala e impactando serviços essenciais. A falta de eletricidade afetou o abastecimento de água na capital e em pelo menos nove cidades da região metropolitana, já que a interrupção no fornecimento de energia impediu o funcionamento dos sistemas de bombeamento, segundo a Sabesp.

Durante a manhã de quarta-feira (10/12), São Paulo registrou rajadas de vento de até 96,3 km/h, intensificando os danos provocados pelo temporal. O fenômeno, formado na região sul do país, manteve o estado em alerta ao longo do dia, com ventos superiores a 90 km/h, quedas de árvores, destelhamentos, falta de energia e prejuízos à infraestrutura urbana.

Desde o início da Operação Chuvas, em 10 de dezembro, a Defesa Civil contabiliza sete mortes no estado de São Paulo.

Duas delas ocorreram na tarde desta terça-feira (16/12), em Ilhabela, no litoral norte paulista. A região foi fortemente atingida por chuvas intensas na madrugada de quarta-feira (17/12), acumulando, em apenas três horas, o volume previsto para três semanas. Segundo a Defesa Civil, Ubatuba registrou o maior volume de chuva nas últimas 24 horas no estado, com 182 milímetros.

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