Homem que matou namorada adolescente é condenado a 28 anos em SP

Adilson da Silva de Siqueira Junior matou a namorada de 16 anos asfixiada. Ele foi condenado por feminicídio e ocultação de cadáver

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O homem que matou e enterrou a namorada adolescente no quintal de um sítio em Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo, em maio de 2024, foi condenado a 28 anos de prisão.

Após decisão do Tribunal do Júri dessa quinta-feira (12/3), ele foi sentenciado a 26 anos de prisão por feminicídio com três qualificadores – motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima – e mais dois anos por ocultação do cadáver.

Adilson da Silva de Siqueira Junior tinha 25 anos quando matou Rafaela Ramos da Silva, de 16, enforcada e sufocada com um travesseiro após um surto de ciúmes. Em seguida, ele enterrou o corpo da jovem.

O crime ocorreu em 13 de maio de 2024, mas o corpo de Rafaela foi encontrado dois dias depois, quando Adilson foi preso e confessou o crime. A adolescente era estudante e foi considerada desaparecida antes de ser localizada.

Dormiu ao lado do corpo

Segundo a denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) que resultou na condenação, Adilson chegou a fugir com Rafaela sem o consentimento dos pais da adolescentes.

Ele matou a jovem após ver mensagens no celular dela e suspeitar de uma traição. O homem iniciou uma discussão e estrangulou a adolescente. Com a vítima já descardodada, Adilson asfixiou Rafaela com um travesseiro.

Após o feminicídio, ele dormiu ao lado do corpo e, na manhã seguinte, enrolou a vítima em um tecido e a levou para um sítio onde trabalhava como caseiro. No local, o homem abriu uma cova para ocultar o cadáver.

Em 15 de maio de 2024, Adilson foi abordado pela polícia em um local de ponto de venda de drogas. Portando uma faca e uma porção de maconha, o homem demonstrou nervosismo com a aproximação dos policiais.

Ele confessou o feminicídio e a ocultação de cadáver e indicou o local onde havia enterrado o corpo da adolescente.

Quando cometeu os crimes, Adilson cumpria pena de mais de sete anos em regime semiaberto por roubo e tinha passagem pela polícia por “subtração de incapaz” em que Rafaela era a vítima.

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