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São Paulo

Explosão de gás destruiu prédio e deixou mulher com 87% do corpo queimado

Duas vizinhas ficaram feridas após explosão de botijão de gás no litoral de SP. Edifício foi interditado temporariamente para avaliação

Itaicy Júlio/Praia Grande Mil Grau
Imagem colorida mostra dano em prédio após explosão de botijão. Metrópoles

A explosão de um botijão de gás destruiu um apartamento em Mongaguá, no litoral de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (16/9). Duas mulheres ficaram feridas e o edifício foi interditado preventivamente até que uma vistoria técnica seja realizada para verificar os danos estruturais no local.

Vídeos enviados ao Metrópoles (veja acima) mostram o estrago no apartamento, localizado no último andar do edifício. Destroços da explosão também atingiram o térreo do condomínio e destruíram parte do estacionamento.

A explosão aconteceu por volta de 0h30 na Avenida Campos Sales, região central de Mongaguá. Segundo informações preliminares da Defesa Civil, houve um desentendimento entre vizinhas antes do incidente. Elas foram retiradas dos escombros pelo Corpo de Bombeiros.

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Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, uma das mulheres, de 58 anos, sofreu queimaduras de 1º e 2º graus em 81% do corpo. Ela foi atendida no Pronto-Socorro Vera Cruz, deixou a unidade consciente, orientada e comunicativa e foi transferida para atendimento por convênio médico na Capital. A segunda vítima, de 54 anos, sofreu escoriações pelo corpo. Ela também foi encaminhada ao Pronto-Socorro Vera Cruz, onde permaneceu em observação durante a madrugada, consciente e orientada, aguardando reavaliação médica.

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Itaicy Júlio/Praia Grande Mil Grau

Por precaução, o edifício foi interditado pela Defesa Civil devido à suspeita de que a explosão possa ter afetado a estrutura. A medida foi adotada após orientação do Corpo de Bombeiros e permanece válida até a avaliação dos engenheiros da prefeitura, que deverão verificar as condições de segurança do imóvel e a possibilidade de liberação para os moradores.

A Prefeitura de Mongaguá informou que, durante a madrugada, cerca de 20 moradores permaneceram fora do edifício, acompanhados pelas equipes da Defesa Civil e da Polícia Militar, enquanto eram realizados os procedimentos necessários. A Guarda Civil Municipal também foi acionada para auxiliar na segurança e na manutenção da interdição.