Dinheiro vivo: veja o que foi apreendido em operação em Paraisópolis

Operação em Parisópolis prendeu 11 suspeitos e matou um investigado que entrou em confronto com a polícia. Outros 11 seguem foragidos

atualizado

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Reprodução/TV Globo
operação Deic-1
1 de 1 operação Deic-1 - Foto: Reprodução/TV Globo

Além dos 11 suspeitos presos, a Polícia Civil apreendeu celulares, veículos, dinheiro vivo, aliança, entre outros itens, na operação realizada na manhã desta quinta-feira (16/10), em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo. A ação foi liderada pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e mirou uma quadrilha especializada em roubos de objeto de valor.

Ao todo, foram apreendidos R$21.540,00 em espécie, 50 celulares, 13 capacetes, quatro notebooks, um tablet, três motocicletas, quatro carros, dois relógios de pulso, uma corrente, uma aliança, três máquinas de cartão, 11 cartões bancários, 20 bolsas, uma mochila e uma balança de precisão.


Operação em Paraisópolis

  • Além dos detidos na comunidade, outros quatro tiveram mandados de prisão cumpridos nas cadeias em que se encontram presos por crimes anteriores. A polícia ainda procura mais 11 suspeitos.
  • Um suspeito de integrar a quadrilha foi morto durante confronto com policiais, segundo o Deic. Guilherme da Silva Nogueira, conhecido como Bronx, era apontado pela investigação como autor de diversos roubos na região.
  • De acordo com o delegado Ronaldo Sayeg, diretor do Deic, Guilherme procurava Suedna Barbosa Carneiro, a Mainha de Paraisópolis, para vender os itens roubados. Suedna está presa desde fevereiro deste ano, acusada de liderar a quadrilha e intermediar o comércio ilegal de objetos roubados.

Tabela de preços de celulares roubados

O grupo mantinha uma tabela de preços para celulares com senha, celulares sem senha, bolsas, alianças, motos de baixa e alta cilindradas, entre outros bens frutos de roubo ou furto.

O delegado-geral da Polícia Civil paulista, Artur Dian, afirmou que a investigação da quadrilha começou em junho de 2024, após a morte do major Rafael Gomes Moreira, da Força Aérea Brasileira (FAB), na Vila Olímpia.

Os investigados também têm relação com outros latrocínios realizados na capital paulista desde então, como as mortes do ciclista Vitor Felisberto Medrado, do delegado Josenildo Belarmino de Moura e do agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) José Domingos da Silva.

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