Carnaval 2026

Veja como foi a 2ª noite de desfiles do Carnaval no Anhembi

Sete escolas de samba fecharam o Grupo Especial do Carnaval de São Paulo, no Anhembi, com público estimado em mais de 50 mil pessoas

atualizado

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1 de 1 Imagem mostra Sabrina Sato - Metrópoles - Foto: Divulgação/Felipe Araújo/Liga-SP

A segunda noite de desfiles do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo teve sete escolas que agitaram o Sambódromo do Anhembi, na zona norte da capital paulista. Carros alegóricos luxuosos, além de muitos sambas que levantaram a arquibancada, foram os destaques. No encerramento, Camisa Verde e Branco teve problemas em uma alegoria e estourou o tempo máximo na avenida.

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Desfile da Camisa Verde e Branco
Desfile da Camisa Verde e Branco
Desfile da Tom Maior
Desfile da Tom Maior
Desfile da Tom Maior
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Desfile da Estrela do Terceiro Milênio
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Sabrina Sato no desfile da Gaviões da Fiel
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Sabrina Sato no desfile da Gaviões da Fiel

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Desfile da Gaviões da Fiel

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Desfile da Mocidade Alegre
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Desfile da Águia de Ouro
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Desfile da Águia de Ouro
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Desfile da Águia de Ouro

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Desfile da Império da Casa Verde
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Desfile da Império da Casa Verde

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Desfile da Império da Casa Verde
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Desfile da Império da Casa Verde

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Desfile da Império da Casa Verde
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Desfile da Império da Casa Verde

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Os grandes destaques da noite ficaram por conta de Mocidade Alegre e Gaviões da Fiel, com carros alegóricos gigantescos e sambas que levantaram a arquibancada, confirmando a expectativa anterior aos desfiles.

Também chamou a atenção a apresentação da Império de Casa Verde, com grande impacto visual e a bateria afiadíssima. De negativo, o atraso que deve custar ao menos 0,3 pontos ao Camisa Verde e Branco.

O Anhembi recebeu também Águia de Ouro, Estrela do Terceiro Milênio e Tom Maior, que fizeram desfiles sem grandes transtornos e com momentos de brilhantismo.

Império de Casa Verde

Com um samba-enredo sobre as “escravas de ganho”, que vendiam joias na Salvador (BA) do século XVIII, a Império de Casa Verde abriu a segunda noite de desfiles no Anhembi com um desfile luxuoso e impactante. Tradicionalmente, sempre foi uma agremiação que se destacou pela grandiosidade de seus carros alegóricos. Não foi diferente neste ano, com o tradicional tigre trazendo uma escultura cheia de movimento da “mãe do ouro”.

Neste ano, também ganhou o sambódromo com fantasias primorosas. A comissão de frente veio com uma troca de roupas que deu mostras, desde o início, do que viria a seguir. A bateria Barcelona do Samba, de mestre Zoinho, levantou a arquibancada monumental com a sua paradinha e um “apagão de palmas”.

Águia de Ouro

“Não me leve a mal, eu vou ficar bem louco neste Carnaval”. O refrão da Águia de Ouro deu a letra do que seria apresentado no Anhembi e empolgou o público com um samba-enredo sobre Amsterdã. A cidade holandesa é apresentada como liberal nos costumes, seja em relação ao sexo ou à maconha.

Os girassóis tomaram conta da avenida desde o carro alegórico até as fantasias primorosas das baianas, que enfeitaram o sambódromo. Com alegorias mais simples que a antecessora, a Águia buscou dar destaque aos efeitos luminosos para atrair a atenção de jurados e das pessoas nas arquibancadas.

Mocidade Alegre

Com 12 títulos na história, a Mocidade Alegre chegou ao Anhembi credenciada a voltar ao topo do Carnaval de São Paulo. E não fez por menos, com mistura de técnica apurada e emoção. Com um enredo em homenagem à atriz Léa Garcia, que ganhou destaque por suas atuações ainda na metade do século passado, um marco contra o racismo, a escola fez um desfile impecável.

Os carros alegóricos de luxo e a bateria de Mestre Sombra levantaram o sambódromo, que cantou alto o samba nas paradinhas. Com 13 metros de altura e 10 mil litros de água, um carro alegórico representando Iemanjá causou impacto visual e provocou admiração em quem viu. A médica e ex-BBB Thelma Assis veio logo à frente representando a atriz homenageada.

Gaviões da Fiel

Os Gaviões da Fiel levaram à avenida o Brasil indígena, em samba enredo sobre preservação ambiental. Presente já na comissão de frente, o transe xamânico que embaralha a visão deu a justificativa para que o verde fosse evitado no desfile, mesmo tratando da floresta. Desde sempre, a cor é repudiada por ser associada ao rival Palmeiras, por isso a vegetação ganhou brilho de estrelas, o prateado.

Com 72 metros de comprimento, a maior alegoria do Carnaval paulistano, o abre-alas representou o tempo dos sonhos, com um jacaré gigantesco e o gavião que simboliza a escola. Outro carro mostrou o gado como responsável pelo desmatamento. De forma geral, a escola da torcida do Corinthians fez um desfile com muita garra e engajado na luta ambiental.

Estrela do Terceiro Milênio

A Estrela do Terceiro Milênio homenageou o cantor e compositor Paulo César Pinheiro. A comissão de frente trouxe pessoas que passaram e foram importantes na vida do homenageado, como Clara Nunes, que foi casada com ele. A bateria foi o ponto alto da passagem da agremiação do Grajaú, com bossas variadas e paradinhas que animaram a arquibancada.

Entre as alegorias, um abre-alas de 34 metros de comprimento, 15 metros de altura e mais de 1.000 luzes estroboscópicas produziu efeito especial no sambódromo. O carro mostrou a imaginação de Pinheiro, que usava as formas das nuvens para sonhar com animais e objetos variados.

Tom Maior

A Tom Maior contou a vida de Chico Xavier em Uberaba e teve alegorias interessantes. Um xamã que se transformou em fera e ossos dinossauros estiveram presentes ao lado de mais de 60 escuras no abre-alas, o grande destaque da escola. Para gerar uma sensação de movimento, o carro contou com 500 rolos de espelhos, que receberam iluminação especial.

Uma falha nos geradores provocou um apagão nos refletores do segundo carro alegórico, que representava elementos indianos, podendo levar à perda de décimos valiosos na apuração. Destaque ficou com a bateria da escola que nasceu no Sumaré, que animou quem estava nas arquibancadas do sambódromo.

Camisa Verde e Branco

Camisa Verde e Branco fechou o Grupo Especial do Carnaval de São Paulo quando amanhecia na zona norte da capital paulista e teve problemas. A escola cruzou o portão na dispersão com 1h06, um minuto acima do permitido, o que vai custar 0,2 ponto pelo estouro do tempo e mais 0,1 pelo minuto extra. Problemas no carro que transportava a velha guarda e também na evolução podem prejudicar a agremiação.

No início, a comissão de frente contou com seis totens que formaram um único elemento em representação a Exu, homenageado pela escola da Barra Funda. De oceano transformado em mar de dendê a felicitações ao povo da rua, a agremiação trouxe vários elementos referentes ao orixá. Ao final, os integrantes se mostraram felizes pelo desfile, apesar dos transtornos envolvendo o carro.

Na primeira noite, os destaques ficaram por conta de Dragões da Real, Acadêmicos do Tatuapé e Rosas de Ouro, com apresentações grandiosas. A Mocidade Unida da Mooca (MUM) também surpreendeu em sua estreia no Grupo Especial, com um desfile que empolgou as arquibancadas.

A apuração dos votos dos jurados do Grupo Especial acontece na terça-feira (17/2), também no Anhembi, sem a presença de público.

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