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São Paulo

Caso Dagmar: corpo de mulher achada morta estava em poço de 30 metros

Dagmar Grimm Streger foi encontrada morta na quarta-feira (21/1) após mais de um mês de buscas. Casal foi preso por suspeita de latrocínio

Repórter de São Paulo22/01/2026 15:48
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Imagem colorida mostra mulher encontrada morta em poço de 30 metros de profundidade. Metrópoles

Após mais de um mês desaparecida, Dagmar Grimm Streger foi encontrada morta na quarta-feira (21/1). O corpo da mulher de 76 anos foi localizando a mais de 30 metros de profundidade em um poço desativado que ficava na propriedade onde ela morava, em Bauru, interior de São Paulo.

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Corpo da mulher foi encontrado em poço a 30 metros de profundidade
Um casal foi preso suspeito de latrocínio
Dagmar desapareceu no dia 19 de dezembro de 2025
Em entrevista preliminar, os suspeitos admitiram parcialmente o crime, porém, segundo a polícia, preferiram ficar em silêncio no interrogatório formal.
Dagmar Grimm Streger, de 76 anos, encontrada morta em Bauru
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Dagmar Grimm Streger, de 76 anos, encontrada morta em Bauru

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Corpo da mulher foi encontrado em poço a 30 metros de profundidade
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Corpo da mulher foi encontrado em poço a 30 metros de profundidade

Polícia Civil/Divulgação
Um casal foi preso suspeito de latrocínio
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Um casal foi preso suspeito de latrocínio

Divulgação/Corpo de Bombeiros
Dagmar desapareceu no dia 19 de dezembro de 2025
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Dagmar desapareceu no dia 19 de dezembro de 2025

Divulgação/Corpo de Bombeiros
Em entrevista preliminar, os suspeitos admitiram parcialmente o crime, porém, segundo a polícia, preferiram ficar em silêncio no interrogatório formal.
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Em entrevista preliminar, os suspeitos admitiram parcialmente o crime, porém, segundo a polícia, preferiram ficar em silêncio no interrogatório formal.

Divulgação/Corpo de Bombeiros

As buscas começaram no dia 19 de dezembro de 2025 e mobilizaram a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e funcionários da prefeitura local. Durante os trabalhos, as autoridades escavaram o local onde fica o poço e cogitaram demolir uma casa.

“A operação foi considerada uma das mais complexas e de alto risco já realizadas pelo Corpo de Bombeiros na região, em razão da profundidade extrema do poço, da instabilidade do solo e da proximidade com as fundações da residência”, explicaram os bombeiros em nota.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), no local, foram apreendidos documento de identificação e cartão bancário em nome da vítima. Além disso, exames foram requisitados ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML) para confirmação da identidade e auxílio no esclarecimento dos fatos.


Suspeita de latrocínio

  • Segundo a Polícia Civil, Dagmar morava sozinha em um sítio, onde, em outra casa, também residia a família de um casal de caseiros, identificados como Paulo e Daniela.
  • Durante as investigações, autoridades constaram que o veículo da vítima não estava mais na propriedade. Os caseiros também haviam deixado o local.
  • De acordo com a polícia, os suspeitos saíram do imóvel “abruptamente, abandonando a residência em condições de desordem e aparente abandono, circunstâncias que reforçaram a linha investigativa”.
  • No dia 22 de dezembro, data da abertura de um boletim de ocorrência relacionado ao desaparecimento de Dagmar, a polícia localizou o veículo dela na cidade de Tatuí, a 200 quilômetros de Bauru.
  • Conforme as investigações, o carro havia sido trocado pelos suspeitos por uma caminhonete S10.
  • Ainda de acordo com as autoridades, após essa mudança, os suspeitos voltaram a Bauru, onde fizeram uma nova negociação, dessa vez trocando a caminhonete por um Astra.
  • Após esta constatação, a polícia pediu a prisão temporária de Paulo e Daniela.
  • O casal foi preso em Itararé, no Paraná, na noite de 24 de dezembro, no momento em que tentavam trocar o Astra por outro veículo, um Kadett.

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