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São Paulo

Corpo de menino venezuelano de 6 anos é encontrado na zona sul de SP

Criança estava desaparecida desde o último sábado (27/1); corpo do menino foi encontrado com o corpo cortado e queimado

31/01/2024 20:29, atualizado 02/02/2024 13:08
Reprodução/Arquivo pessoal
Imagem colorida mostra o menino venezuelano Keiner Geremias Caraballo Marcano, de 7 anos, que foi encontrado morto em Sâo Paulo; ele é um menino de pele morena, vestindo camiseta preta e calça jeans - Metrópoles

São Paulo – O corpo do menino Keiner Geremias Caraballo Marcano, de 6 anos, foi encontrado em estado de decomposição na tarde desta quarta-feira (31/1) na região de Parelheiros, bairro da zona sul de São Paulo.

A criança estava desaparecida desde o último sábado (27/1). Em depoimento à polícia na segunda-feira (29/1), o tio do menino disse que Keiner brincava com outras crianças em um campo de futebol quando a avó, Carmem Marcano, foi procurá-lo e não o encontrou. Segundo a avó, tinha muita gente no local e a pessoa responsável pela administração do campo disse que o menino saiu com um rapaz que era seu irmão.

A família chegou a divulgar o caso nas redes sociais com foto e informações sobre a última roupa que a vítima usava. Keiner vivia no Brasil há dois anos, quando a avó se mudou para o país. Ele morava com ela e com o tio, em uma casa que faz parte do terreno de uma escola. Atualmente, a mãe dele vive no estado do Amazonas e se mudaria para São Paulo em fevereiro, segundo a TV Record.

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A Polícia Civil pediu apoio do Canil da Guarda Civil Municipal (GCM) para o caso. Os cães andaram por terrenos da região e detectaram cheiro de cadáver na Rua Ipê Roxo. Keiner foi encontrado com o corpo cortado e queimado. Ele foi identificado pela família.

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Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e exames periciais foram solicitados para definir a causa da morte do menino.

Duas testemunhas foram encaminhadas ao departamento para prestarem depoimentos nesta tarde. “Demais detalhes serão preservados para garantir autonomia aos trabalhos policiais”, disse a pasta.