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Corpo carbonizado achado em trilha de praia ainda não foi identificado

Cadáver foi achado no mesmo local onde o turista carioca Bruno Rodrigues Magalhães, de 34 anos, desapareceu no dia 14 de março

atualizado

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Reprodução/Redes sociais
Imagem colorida mostra foto do turista carioca Bruno Rodrigues Magalhães, que desapareceu no Guarujá no dia 14 de março e corpo ainda não foi encontrado; em cima da foto, a palavra desaparecido escrita em vermelho - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra foto do turista carioca Bruno Rodrigues Magalhães, que desapareceu no Guarujá no dia 14 de março e corpo ainda não foi encontrado; em cima da foto, a palavra desaparecido escrita em vermelho - Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes sociais

São Paulo – O corpo de um homem encontrado no último sábado (30/3) em uma área de difícil acesso na Praia do Sangava, no Guarujá, litoral paulista, ainda não foi identificado, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).

O cadáver foi achado no mesmo local onde Bruno Rodrigues Magalhães, de 34 anos, desapareceu no dia 14 de março. Ele está parcialmente carbonizado, o que torna impossível a identificação de imediato.

O corpo foi encontrado pela família de Bruno, que passou a fazer buscas na região por conta própria. Ele estava acampando na Praia do Góes. Uma testemunha citou um homem com características físicas semelhantes às de Bruno ao registrar um assalto a mão armada no dia 16 de março.

De acordo com boletim de ocorrência obtido pelo jornal O Globo, três bandidos pediram a corrente de ouro e uma pulseira dele, que reagiu e teria sido baleado na coxa esquerda.

Bruno já havia avisado sua mãe que ficaria um dia sem telefone porque não teria onde carregá-lo. Um barqueiro encontrou a barraca dele próximo à praia do Sangava, onde estavam alguns de seus pertences, como carteira, dinheiro e documentos pessoais. O aparelho celular do turista não foi achado.

A praia do Sagava, onde Bruno fazia trilhas, é considerada um lugar perigoso. O local é conhecido como “ilha da cocaína” e utilizado por traficantes para esconder drogas que são enviadas para fora do Brasil.

O corpo encontrado no sábado foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde acontece a tentativa de identificação pelos ossos dos dedos. Se o IML não conseguir concluir de quem é o corpo por meio das falanges, no caso de estarem comprometidas, o próximo passo será aguardar a presença de possíveis familiares para que a tentativa de identificação aconteça através da análise da arcada dentária. Se nada disso identificar o corpo, será feito um exame de DNA.

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