Caso Lara: homem que matou adolescente é condenado a 19 anos de prisão

Júri popular foi realizado em Campo Limpo Paulista, nesta segunda-feira (12/5). A prisão de Wellington Galindo é em regime fechado

atualizado

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Arquivo pessoal / Polícia Federal/Divulgação
Lara Maria de Oliveira Nascimento, adolescente morta por Wellington Galindo de Queiroz - Metrópoles
1 de 1 Lara Maria de Oliveira Nascimento, adolescente morta por Wellington Galindo de Queiroz - Metrópoles - Foto: Arquivo pessoal / Polícia Federal/Divulgação

São Paulo — O acusado de matar Lara Maria de Oliveira Nascimento, de 12 anos, foi condenado a 19 anos, 9 meses e 18 dias de prisão em regime fechado. Wellington Galindo de Queiroz, de 42, passou por júri popular nesta segunda-feira (12/5), em Campo Limpo Paulista, no interior de São Paulo.

O homem está detido desde março de 2024, quando foi localizado pela Polícia Federal (PF) em Foz do Iguaçu, no Paraná. O crime ocorreu em 16 de março de 2022.


Júri popular

  • Os jurados foram escolhidos por meio de um sorteio feito pelo juiz.
  • No total, sete pessoas fizeram parte do júri. Foram cinco mulheres e dois homens.
  • O julgamento também foi formado por oito testemunhas: cinco de defesa e três de acusação.
  • Familiares e amigos de Lara foram ao fórum nesta segunda (12/5) e protestaram por justiça.

Luana Oliveira Nascimento, mãe de Lara, também prestou depoimento durante o júri. Depois da condenação, em entrevista coletiva à imprensa, a mulher se demonstrou extremamente indignada e insatisfeita com a pena definida.

“Minha advogada vai recorrer a ainda vamos conseguir aumentar a pena, porque ele merece muito mais, pelo dano que ele causou à minha família”, destacou. “A minha filha não volta mais”, lamentou Luana. “Os últimos olhos que a minha filha viu foram os dele.”


Caso Lara

  • Lara foi morta após sair de casa para comprar refrigerante em um mercado perto de casa, em Campo Limpo Paulista.
  • O corpo da garota foi encontrado três dias depois do desaparecimento, em 19 de março de 2022, em um terreno localizado em Francisco Morato.
  • A área ficava a cinco quilômetros do local do desaparecimento.
  • A menina morreu devido a traumatismo craniano após levar pancadas na cabeça, conforme laudo do Instituto Médico Legal (IML).

 

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