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São Paulo

Carteiros protestam por adicional de periculosidade nos salários

Servidores dos Correios organizaram um protesto nesta segunda (25/3) em São Paulo; carteiros motociclistas reclamam da retirada do adicional

25/03/2024 17:36, atualizado 26/03/2024 09:17
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Reprodução/ SINTECT-SP
Carteiros protestam por adicional de periculosidade nos salários

São Paulo — Carteiros motociclistas de São Paulo realizaram um protesto no nesta segunda-feira (25/3) em frente à Agência Central dos Correios, no Vale do Anhangabaú, centro da capital. Eles chegaram a ocupar uma parte da pista da avenida Prestes Maia, com interrupção parcial do trânsito local.

De acordo com o sindicato da categoria os servidores reclamam da previsão de corte do adicional de periculosidade, incorporado aos salários devido à natureza da atividades.

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Carteiros motociclistas reclamam da retirada de adicional
Evento organizado por sindicato
Durante ato, motos ficaram estacionadas
Ato no centro de SP
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Ato no centro de SP

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Carteiros motociclistas reclamam da retirada de adicional
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Carteiros motociclistas reclamam da retirada de adicional

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Evento organizado por sindicato
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Evento organizado por sindicato

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Durante ato, motos ficaram estacionadas
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Durante ato, motos ficaram estacionadas

Reprodução/ SINTECT-SP

Os Correios, em nota ao Metrópoles (leia nota abaixo), afirmaram estar com negociações abertas e citou um acordo coletivo que garantiu aumento de quase 12% para parte dos empregados.

O Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios Telégrafos e Similares de São Paulo, Grande São Paulo e zona postal de Sorocaba, no entanto, afirma que o reajuste foi de R$ 250 para aqueles que ganham até R$ 7 mil e 3,5% para os que ganham acima desse valor.

Nota dos Correios:

A suspensão do adicional de periculosidade não ocorreu por decisão da atual gestão da empresa – foi determinada por decisões da Justiça, decorrentes de ação judicial iniciada em 2017. A atual gestão vem trabalhando pela valorização das pessoas que trabalham nos Correios, com o resgate de mais de 40 cláusulas que haviam sido retiradas do Acordo Coletivo de Trabalho pelo governo anterior.

A empresa reabriu as portas para as representações sindicais e fechou um acordo coletivo de trabalho em mesa de negociação, sem intermediação da justiça trabalhista, o que não acontecia há sete anos, garantindo aumento de quase 12% para parte dos empregados.

A empresa mantém Mesa de Negociação Permanente com as duas federações dos trabalhadores onde trata as demandas com os líderes das entidades as demandas, e segue sempre aberta à negociação.

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