Bando que fuzilou jovem com 60 tiros em SP levou celular dele e da mãe

Vítima de 24 anos estava com familiares no quintal de casa, no interior de São Paulo, quando assassinos invadiram imóvel pulando muro

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Homem branco, sem camisa, com corpo taruado, cabelo descolorido e cavanhaque preto - Metrópoles
1 de 1 Homem branco, sem camisa, com corpo taruado, cabelo descolorido e cavanhaque preto - Metrópoles - Foto: Reprodução/Instagram

Logo após fuzilar com mais de 60 tiros Adrian Caique Paulino, de 24 anos, os assassinos roubaram o celular do jovem e da mãe da vítima, que testemunhou a execução.

Como mostrado pelo Metrópoles, os atiradores pularam o muro para invadir a casa, quando o rapaz estava com familiares no quintal, na noite de domingo (29/6), em Rio Claro, interior paulista.

Ao ver o grupo encapuzado, empunhando fuzis calibre 556 e usando coletes balísticos, Adrian correu, para tentar se salvar, em direção ao portão da casa, localizada no bairro Vila Alemã.

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Motivação para assassinato é investigado pela polícia
Bando invadiu casa de vítima pulando muros
Rapaz de 24 anos foi morto em casa
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Polícia localizou 61 cápsulos de fuzil deflagradas
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Polícia localizou 61 cápsulos de fuzil deflagradas

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Motivação para assassinato é investigado pela polícia
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Motivação para assassinato é investigado pela polícia

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Bando invadiu casa de vítima pulando muros
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Bando invadiu casa de vítima pulando muros

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Rapaz de 24 anos foi morto em casa
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Rapaz de 24 anos foi morto em casa

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Em frente à residência, havia outro grupo de assassinos, que atirou dezenas de vezes, quando a vítima ainda corria pelo corredor lateral do imóvel. Adrian morreu instantaneamente, atingido por disparos na cabeça, tórax e abdômen.

Peritos vasculharam o local, encontrando 61 munições deflagradas de fuzil calibre 556, arma usada em guerra, e projéteis calibre 9 milímetros.

A mãe dele afirmou, em depoimento à Polícia Civil, que os assassinos usavam coletes “tal qual os das polícias”. Além disso, nenhum barulho de motor de veículos foi ouvido, tanto na chegada quanto na saída dos atiradores. Eles também não falaram em nenhum instante, acrescentou a mulher.

A motivação para o crime ainda é apurada pela polícia, assim como o fato de os celulares da vítima e da mãe serem levados pelos executores.

Há a suspeita de que Adrian fizesse parte de uma da facções criminosas que disputam território na região.

Suspeito de violência doméstica

Dois dias antes de ser assassinado, Adrian foi acusado de violência doméstica por uma ex-companheira. O crime teria acontecido em um conjunto habitacional de Rio Claro. Segundo informações preliminares da investigação, não há relação entre os dois casos.

Uma jovem, de 20 anos, mãe da filha do suspeito — que estava proibido de se aproximar da criança, por uma medida protetiva –, registrou boletim de ocorrência de perseguição contra Adrian, no 1º Distrito Policial de Rio Claro. Ele já contava com histórico criminal por roubo, tráfico de drogas e receptação.

No relato da vítima, obtido pelo Metrópoles, ela afirmou que Adrian foi até a casa dela, dando dois chutes em uma porta de acesso, chamando pela mulher e “tentando invadir a residência”.

A vítima falou para o ex ir embora. Conforme registros da Polícia Civil, ele teria afirmado que pretendia sequestrar a filha. “O autor ainda ameaçou a vítima, dizendo que iria matá-la e que quebraria os vidros de seu carro”, diz trecho de relatório feito a partir da denúncia da mulher.

Adrian saiu do local somente após a vítima afirmar que iria acionar a polícia. Ela decidiu registrar o boletim de ocorrência para responsabilizar criminalmente o ex, contra o qual também solicitou uma medida protetiva de urgência.

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