Caso Brenda Bulhões: ex-namorado nega assassinato em audiência

Principal suspeito pelo assassinato de Brenda Bulhões, Bruno dos Santos Campos ficou dois meses foragido antes de ser detido pela polícia

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Reprodução/Redes Sociais
Imagens coloridas mostram Brenda Bulhões, mulher branca, cabelos pretos, usando top amarelo, fazendo pose para foto com o celular em uma das mãos
1 de 1 Imagens coloridas mostram Brenda Bulhões, mulher branca, cabelos pretos, usando top amarelo, fazendo pose para foto com o celular em uma das mãos - Foto: Reprodução/Redes Sociais

A audiência de instrução que apura o assassinato da empresária Brenda Bulhões, morta aos 26 anos, no Guarujá, no litoral de São Paulo, em 29 de novembro de 2024, foi realizada nesta terça-feira (20/1). O principal acusado é o ex-namorado da vítima, Bruno dos Santos Campos, de 35 anos, que responde ao processo como réu e foi indiciado pelo crime.

Durante a audiência, etapa do processo em que são produzidas as provas orais, a Justiça ouviu a última testemunha de acusação que ainda faltava, além de três outras indicadas pela defesa. Também foi realizado o interrogatório de Bruno, na ocasião, o réu negou ter cometido o crime. Para os advogados que representam a família de Brenda Bulhões, Leandro Santos e Ana Carolina Oliveira, porém, o conjunto de provas reunidas até agora e os depoimentos colhidos ao longo da instrução apontam de forma clara para a autoria e a materialidade do assassinato.

Desde o homicídio de Brenda, Bruno passou a ser tratado pela polícia como o principal suspeito do crime e teve a prisão decretada pela Justiça. Ele permaneceu foragido por semanas, até ser localizado e preso em 15 de janeiro do ano passado, na cidade de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, próxima à fronteira com o Paraguai.

À época, diante da dificuldade em localizar o acusado, familiares e amigos de Brenda chegaram a organizar uma vaquinha para arrecadar recursos destinados ao pagamento de uma recompensa a quem fornecesse informações sobre o paradeiro do foragido.

Assasinato de Brenda Bulhões

Brenda Bulhões foi assassinada a tiros em 29 de novembro de 2024, por volta das 8h20, em frente ao salão de beleza do qual era dona, localizado no bairro Itapema, no Guarujá. A empresária tinha 26 anos e deixou uma filha de 9, fruto de um relacionamento anterior.

Câmeras de segurança da região flagraram o momento do crime. Bruno dos Santos Campos afirma que não é a pessoa que aparece nas imagens e sustenta que a estatura do atirador registrado no vídeo não corresponde à dele. Assista ao vídeo:

 

 

A mulher, que estava sentada sobre uma moto estacionada cai, aparentemente sem vida, após os disparos. Momentos antes, uma pedestre chegou a passar pelo local, mas a rua estava vazia no instante do crime. Mesmo com a vítima já caída no chão, o homem efetua novos disparos e foge correndo em seguida.

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Um homem de capacete se aproximou e efetuou disparos contra a mulher. Imagem: Reprodução
O homem confirmou o óbito e fugiu correndo à luz do dia no Guarujá. Imagem: Reprodução
A vítima morreu no local. Imagem: Reprodução
Câmera de segurança registrou o momento em que uma mulher foi morta a tiros em uma rua do Guarujá. Imagem: Reprodução
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Câmera de segurança registrou o momento em que uma mulher foi morta a tiros em uma rua do Guarujá. Imagem: Reprodução

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Um homem de capacete se aproximou e efetuou disparos contra a mulher. Imagem: Reprodução
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Um homem de capacete se aproximou e efetuou disparos contra a mulher. Imagem: Reprodução

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O homem confirmou o óbito e fugiu correndo à luz do dia no Guarujá. Imagem: Reprodução
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O homem confirmou o óbito e fugiu correndo à luz do dia no Guarujá. Imagem: Reprodução

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A vítima morreu no local. Imagem: Reprodução
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A vítima morreu no local. Imagem: Reprodução

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Em nota, a defesa de Bruno dos Santos Campos informou que a audiência de instrução foi encerrada, faltando apenas a inclusão dos laudos periciais no processo. O juízo decidiu manter a prisão do acusado, sob o entendimento de que a custódia é necessária enquanto a instrução processual não estiver formalmente concluída, em razão da pendência desses documentos. A defesa afirmou ainda que confia na Justiça e sustenta que, com a juntada dos laudos periciais, ficará comprovado que o réu não teve qualquer envolvimento com o crime.

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