OAB repudia suposto ataque a defensor de PMs ligados ao caso Gritzbach
OAB de Sorocaba emitiu uma nota em defesa de Mauro Ribas, advogado de PMs acusados de executar delator do PCC Vinícus Gritzbach
02/02/2025 19:58, atualizado 02/02/2025 22:27

São Paulo — A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Sorocaba emitiu neste domingo (2/2) uma nota de repúdio ao suposto ataque sofrido pelo advogado Mauro Ribas.
Ribas defende três policiais militares investigados por envolvimento no assassinato do delator do PCC Vinícus Gritzbach, e diz ter sido alvo de suposto atentado a tiros na tarde desse sábado (1º/2), em Sorocaba, interior de São Paulo.
A nota é assinada pelo presidente da 24ª secção da OAB, João Paulo Milano; pela vice-presidente, Adriana Mazzarino Sanches; pelo diretor-geral, Murilo Raszl Cortez; pela secretária-geral adjunta, Marcela de Moraes Pinto Alvez; e pelo diretor-tesoureiro, Bruno Martinghi Spinola.
A entidade destaca no texto que “acompanhará de perto todas as investigações para que os responsáveis sejam identificados e devidamente responsabilizados, cobrando das autoridades competentes a máxima urgência e rigor na apuração deste crime”. Veja:
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Entenda o caso
- Advogado Mauro Ribas defende três policiais militares acusados de participar da execução de Vinícius Gritzbach, delator do PCC
- Ribas defende o soldado Ruan Silva Rodrigues e o cabo Dênis Antônio Martins, suspeitos de serem os atiradores, e o tenente Fernando Genauro da Silva, acusado de dirigir o carro utilizado no crime.
- Ele relata ter sido alvo de um atentado a tiros na Rua Projetada 1, no bairro Quintais do Imperador, em Sorocaba.
- Ribas relatou à polícia que conduzia seu veículo quando foi alvo de disparos de armas de fogo e ficou ferido no rosto por causa dos estilhaços do vidro.
- Em entrevista ao Metrópoles, Ribas disse estar “atordoado” com o suposto ataque.
Além da OAB de Sorocaba, a Associação dos Advogados Militantes no Tribunal do Júri de São Paulo, da qual Mauro é um dos fundadores, publicou uma nota de repúdio ao ataque.
Nela, a presidente da associação, Priscila Dias Modesto, escreveu que “não podemos e não vamos aceitar esse tipo de violência contra um colega que, assim como tantos outros advogados, apenas cumpre sua missão”.















